<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866</id><updated>2012-01-24T11:07:22.939-08:00</updated><category term='António Godinho'/><category term='banca'/><category term='Onebiz'/><category term='criaçao de empresas e empregos'/><category term='campanha solidariedade'/><category term='inovação'/><category term='TI´s'/><category term='tendencias'/><category term='modelo de negócio'/><category term='youtube'/><category term='Esinow IT´Seminars'/><category term='mediaçao de obras'/><category term='linkedin'/><category term='tipos de cliente'/><category term='financiamentos'/><category term='contabilidade'/><category term='SaaS'/><category term='vendas'/><category term='poupança'/><category term='SOHO'/><category term='web 2.0'/><category term='consultoria financeira'/><category term='Madeira'/><category term='OMOB'/><category term='crise'/><category term='recuperação financeira'/><category term='facebook'/><category term='marketing pessoal'/><category term='comércio internacional'/><category term='empreendedorismo acontece'/><category term='workshop'/><category term='CRM'/><category term='Cloud Computing'/><category term='plano de negócios'/><category term='estética'/><category term='formação empreendedora'/><category term='Gestão'/><category term='accive'/><category term='Pedro Santos'/><category term='sistemas de informação'/><category term='PME´s'/><category term='franchising'/><category term='2.0'/><category term='iniciar negocio'/><category term='redes sociais'/><category term='empreender'/><category term='marketing'/><category term='serviços domésticos'/><category term='apoio domiciliário senior'/><title type='text'>Onebiz - marcando o empreendedorismo</title><subtitle type='html'>FAÇA CHUVA OU FAÇA SOL, TEMOS UMA SOLUÇÃO PARA SI!
A ONEBIZ É O GRUPO LÍDER NO FRANCHISING EM PORTUGAL, que desenvolve os seus negócios em cinco áreas distintas. Em cada uma dessas áreas de negócio é incorporado um conjunto de marcas, com serviços especializados. 
Em Portugal desde 1998, o Grupo definiu o sistema de franchising como estratégia de expansão e de crescimento dos seus vários negócios. ACTUALMENTE CONTA COM MAIS DE 400 UNIDADES EM PORTUGAL E EM 26 PAÍSES.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-5610054286726481102</id><published>2012-01-24T11:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T11:07:22.947-08:00</updated><title type='text'>Internacionalização:  o exemplo da NBB</title><content type='html'>Há 10 anos atrás no grupo Onebiz estávamos a criar a NBB - marca de Franchising na área de intermediação de venda de empresas - quando decidimos que a marca teria que começar internacional e tornar-se rapidamente líder mundial no seu setor. Para este efeito, teríamos que reunir todas as condições para alcançar este objectivo ambicioso. Começamos por convidar um sócio já especialista neste setor na Suécia, o qual tinha também actividades em Espanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu assim, a NBB-NationalBusinessBrokers desde logo internacional, com atividade em Portugal, Espanha e Suécia. Para conseguir o melhor know-how internacional, asseguramos formação inicial interna através de um consultor Americano - o qual tinha fundado a maior rede de Franchising nos EUA no setor -  tendo ele participado na definição do modelo de negócio NBB e ajudado a criar as condições para que a NBB se tornasse rapidamente uma rede Internacional. Foi constituída uma equipa jovem muito coesa e contratado um director de expansão Internacional experiente de nacionalidade Alemã. Em paralelo desenvolvemos uma tecnologia proprietária com vantagens competitivas únicas a nível mundial. Estavam assim reunidas as condições, para o nascimento de uma marca única, especializada, com vantagens competitivas claras e com uma estratégia focada: Internacionalizar e tornar-se líder mundial no seu setor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, passados 10 anos a NBB é líder mundial no setor do Franchising de Business Brokerage, em termos de número de países em que está presente, tendo ultrapassado os gigantes Americanos com décadas de atuação no mercado. Com masters e franchisados em todos os continentes, desde a Indonésia, China, Rússia, Israel, Alemanha, Africa Sul, Brasil, Colômbia, México e outros mercados totalizando 30 países, a NBB tem recebido sucessivamente nos últimos anos, prémios de expansão internacional. Em Portugal a NBB é também líder destacada no seu setor, tendo sido pioneira no mercado. A NBB é atualmente uma empresa 100% Portuguesa, integrando o grupo Sartorial do qual a Onebiz é também accionista de referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes resultados, não são mais do que o resultado de uma estratégia internacional focada, sistemática, consistente e com uma equipa do Franchisador e partners Franchisados profissional, disponibilizando a melhor tecnologia mundial com uma atuação no mercado reconhecida pelos players compradores, vendedores, investidores, financiadores e fundos de capital de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Onebiz, tem agora em marcha para as suas marcas o maior desígnio de sempre: tornar os seus negócios marcas líderes mundiais nos setores respetivos. Para este efeito, o ano de 2012 será o inicio de uma estratégia internacional de grupo, agora focada na generalidade das suas principais marcas no mercado. Para este efeito, estamos a mobilizar todas as nossas equipas para esta ação gigantesca e de grande responsabilidade. Os sistemas, manuais, marketing e processos estão em fase de formatação para diferentes línguas, assim como um plano de ação muito ambicioso com afetação de recursos humanos e meios de marketing internacional. Foram definidos alguns mercados estratégicos, nomeadamente zonas emergentes do globo com elevadas taxas de crescimento e forte penetração do modelo de Franchising. Deste modo, tal como há 10 anos na NBB, está agora em curso uma estratégia que vai permitir serem atingidos resultados de expansão internacional, agora concentrados não apenas numa marca mas na generalidade do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero que para as marcas Portuguesas, só existe um caminho: o do crescimento Internacional. Não é uma opção, mas sim uma razão de sobrevivência. No Franchising uma marca ou “cresce ou morre”, não existindo uma alternativa intermédia. Ora, o crescimento em Portugal é limitado à dimensão do país e ainda dificultado pelas condicionantes económicas. Sair da zona de conforto é um desafio para conseguir internacionalizar, criar valor acrescentado e diferenciação, sendo um motivo de mobilização para os todos os empreendedores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos - pedro.santos@onebiz.pt&lt;br /&gt;Administrador Grupo Onebiz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-5610054286726481102?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/5610054286726481102/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2012/01/internacionalizacao-o-exemplo-da-nbb.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5610054286726481102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5610054286726481102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2012/01/internacionalizacao-o-exemplo-da-nbb.html' title='Internacionalização:  o exemplo da NBB'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-4697815568257903108</id><published>2011-12-16T07:25:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T07:26:34.869-08:00</updated><title type='text'>Ser Português é ser Empreendedor</title><content type='html'>No rescaldo da Semana Global do Empreendedorismo e do Dia Nacional do Empreendedor, do passado dia 19 de Novembro, organizado pela Onebiz e pela Sartorial, ficou claro a necessidade de continuar a sensibilizar a sociedade portuguesa para a necessidade, agora mais do que nunca, de uma cultura empreendedora e de capacidade de assumir riscos, assumindo os fracassos como forma de aprendizagem, por vezes necessária, para atingir grandes sucessos empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendedorismo é a arte de fazer acontecer com criatividade e motivação. Esta forma de estar consiste no prazer de realizar com vontade e inovação qualquer projeto pessoal ou organizacional, em desafio permanente às oportunidades e riscos. É assumir um comportamento pró-ativo diante de questões que precisam ser resolvidas. Assim aconteceu tantas vezes na nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a atual conjuntura adversa, os nossos governantes e a sociedade em geral devem assumir o empreendedorismo como uma das soluções, se não mesmo a principal, para ultrapassar a crise, criando valor e novos postos de trabalho, renovando o nosso tecido empresarial, com empresas mais eficientes e exportadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de olhar para as políticas do fomento ao empreendedorismo como estratégicas, deverá estar cada vez mais na agenda, com particular enfoque na área da educação nos mais diversos níveis de ensino, mas com grande enfoque desde o ensino primário, onde a sensibilização para o tema pode revolucionar e alterar a atual cultura de aversão ao risco e não aproveitamento/enquadramento adequado, ao nível do estímulo da criatividade e da inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser português tem que ser sinónimo de ser empreendedor. É preparar-se para o cultivo de atitudes positivas no planeamento da vida. É procurar o equilíbrio nas realizações, considerando as possibilidades de erros como um processo de aprendizagem e aperfeiçoamento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendedorismo proporciona um elevado grau de realização pessoal. As pessoas são recompensadas pelo prazer que encontram no trabalho onde o negócio é o resultado da exteriorização dos próprios valores internos. As atitudes do empreendedor são construtivas, sobeja o entusiasmo e bom humor, condição fundamental para a manutenção do equilíbrio emocional e do exercício da criatividade. Para o empreendedor não existem apenas problemas, existem problemas com soluções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criatividade empreendedora envolve novidade, surpresa, originalidade, talento pessoal, visão da vida, procura de saídas e gestão de resultados. Quem desenvolve e cultiva a criatividade empreendedora está à procura do sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental contrariar a tendência dos dados do último barómetro sobre empreendedorismo (Dezembro 2009), que revela que os portugueses estão a decrescer desde 2002 na vontade de serem donos do próprio negócio (de 71% para 51%), sendo por isso relevante reduzir a aversão ao risco e fomentar o empreendedorismo qualificado e de base tecnológica, geradores de bens e produtos transacionáveis, que sejam passíveis de exportação, aproveitando o incremento fantástico do número de cientistas e investigadores nas nossas universidades e centros de investigação e tecnologia, que se encontram ao nível do melhor que existe no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só teremos sucesso se nos concentrarmos na produção de bens, serviços e produtos transacionáveis que sejam competitivos no mundo global em que hoje vivemos, pela qualidade e inovação que ofereçam. Vamos acreditar e empreender, seja por conta própria ou por conta de outrem, este também chamado de intra- empreendedorismo, mas igualmente importante para o crescimento da capacidade empreendedora do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Godinho&lt;br /&gt;Administrador Sartorial&lt;br /&gt;antonio.godinho@sartorial.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-4697815568257903108?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/4697815568257903108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/12/ser-portugues-e-ser-empreendedor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/4697815568257903108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/4697815568257903108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/12/ser-portugues-e-ser-empreendedor.html' title='Ser Português é ser Empreendedor'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-8471306346261143949</id><published>2011-12-16T07:24:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T07:25:18.159-08:00</updated><title type='text'>Reconhecimento Oficial do Empreendedor! (Petição Pública)</title><content type='html'>O movimento “Empreenda por Favor!” promoveu uma petição pública, com o objectivo do Governo Português vir a reconhecer anualmente o dia 19 de Novembro, como o dia do empreendedor em Portugal, na linha do que acontece já noutros países como é o caso dos EUA. Desafio a todos os empreendedores a assinarem esta petição online através do site www.empreendaporfavor.com e a participarem na criação de um Portugal verdadeiramente empreendedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta petição propõe à Assembleia da República Portuguesa, que seja reconhecido oficialmente o “dia do empreeendedor”, a 19 de Novembro de cada ano. É objectivo premiar e reconhecer a iniciativa e a visão daqueles que empreendem e por outro lado estimular e promover todos os que pretendem desenvolver novos projectos, negócios e criar valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fomento do empreendedorismo passa por muito mais que os apoios ao investimento ou ao financiamento disponibilizados. Sendo um indivíduo “empreendedor” aquele que procura a sua satisfação pessoal com a ruptura do existente e através do processo criativo, há todo um conjunto de factores de ordem social e política que devem atender à evolução, facilitando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendedor arrisca diariamente, normalmente não está acomodado, antes desenvolve negócios, cria emprego, define caminhos e toma decisões. O empreendedor vive hoje um ambiente de grande adversidade, a começar por uma conjuntura económica recessiva, tem grande dificuldade em obter o financiamento necessário aos seus projectos e assume o risco associado ao seu negócio que normalmente caracteriza o arranque dos projectos.&lt;br /&gt;O movimento que promove esta petição  “Empreenda por favor!”  (www.empreendaporfavor.com), foi criado no início de 2011 e pretende encorajar e fomentar o empreendedorismo como desígnio nacional. O movimento já obteve mais de 5.000 inscrições nos seus eventos e acções, 3.000 pessoas já participaram em mais de 20 seminários de Norte a Sul do país, dos quais resultaram já mais de 300 negócios ativos. O movimento apoia assim o reconhecimento público do empreendedor, através desta petição, à semelhança de outros países que também apostaram na celebração do dia do empreendedor.&lt;br /&gt;Na conjuntura actual, não existe alternativa para o desenvolvimento do país e da economia, que não passe pelo empreendedorismo. Felizmente, começa a existir hoje uma nova consciência de criação de valor, inovação e da necessidade de criar o auto emprego, em alternativa à procura de emprego no mercado. A crise atual tem a vantagem de potenciar a necessidade da procura do próprio negócio, em alternativa à dependência das ofertas de trabalho ou de subsídios que cada vez mais são eliminados. Estou certo que teremos cada vez mais um Portugal empreendedor, sendo para isso fundamental uma consciência colectiva de aceitação do risco, necessidade de empreender, criar o auto emprego e o próprio negócio. Não compreendo como um profissional nos dias de hoje, se pode dizer desempregado, se tiver experiência ou formação profissional. A criação do seu emprego está ao seu alcance, sendo útil que cada vez mais as entidades públicas facilitem quem quer empreender, desburocratizando e dando os incentivos necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos&lt;br /&gt;Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;Pedro.santos@onebiz.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-8471306346261143949?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/8471306346261143949/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/12/reconhecimento-oficial-do-empreendedor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8471306346261143949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8471306346261143949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/12/reconhecimento-oficial-do-empreendedor.html' title='Reconhecimento Oficial do Empreendedor! (Petição Pública)'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-6126514394515398452</id><published>2011-11-27T13:31:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T13:32:09.996-08:00</updated><title type='text'>Em períodos de crise económica, as medidas de redução de custos tornam-se prioritárias nas empresas.</title><content type='html'>A crise económica tem efeitos extremamente negativos nas empresas, um dos quais, e com mais impacto, materializa-se na diminuição da procura de produtos e serviços das mesmas provocando assim um desequilíbrio no fluxo financeiro colocando as empresas com sérias dificuldades para fazer face aos custos do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querer reduzir custos é uma vontade de 99 em cada 100 empresas. Todas as organizações económicas têm essa vontade, contudo, apenas cerca de 25% conseguem implantar eficazmente um programa de redução de custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este facto ocorre devido a simples factores como falta de conhecimentos sobre os mesmos (custos) mas principalmente por desconhecimento do grau de importância de cada item da sua estrutura de custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alto índice de ineficiência dos programas de redução de custo ocorre simplesmente não haver consciencialização e envolvimento de todos os colaboradores de uma organização mas apenas pelos seus gestores e responsáveis financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consciencialização do desperdício deverá abranger todos os colaboradores da organização. Poderão ser desde alterações profundas no modelo de negócio para adaptação ao mercado e à actual conjuntura económica até a um simples hábito de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aumentar a eficiência de um plano de redução de custos numa determinada organização terá que haver um planeamento eficiente em que seja implementado um conjunto de medidas de eliminação do desperdício. Contudo este programa de redução de custos não será bem-sucedido sem que sejam criados também mecanismos de controlo e monitorização. Apenas desta forma se consegue garantir que todas as medidas de melhoria e optimização estejam a gerar os resultados esperados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, a maioria das empresas têm focado sua energia no crescimento das suas vendas e na gestão dos custos “estratégicos” do negócio. Infelizmente essa estratégia já não é suficiente para garantir que a sua empresa se mantenha competitiva numa economia global. Será sempre necessário uma busca contínua pela optimização do negócio e da sua organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo aqui uma frase para reflexão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem cuidado com os custos pequenos! Uma pequena fenda afunda grandes barcos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin Franklin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo de opinião de Adão Bento (adao.bento@eztradecenter.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16/11/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-6126514394515398452?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/6126514394515398452/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/11/em-periodos-de-crise-economica-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/6126514394515398452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/6126514394515398452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/11/em-periodos-de-crise-economica-as.html' title='Em períodos de crise económica, as medidas de redução de custos tornam-se prioritárias nas empresas.'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-3097410392372310399</id><published>2011-09-25T11:05:00.000-07:00</published><updated>2011-09-25T11:09:20.555-07:00</updated><title type='text'>Empreenda por Favor!</title><content type='html'>No cenário actual existe apenas uma via para a salvação da economia Nacional: o Empreendedorismo. É necessária a consciência que os empresários arriscam, criam emprego, valor e riqueza e que devem ser apoiados e acarinhados. Estes empresários vivem actualmente um clima hostil, a começar pelo Estado que actua com uma perspectiva de cobrador de impostos, atingindo hoje o limiar da capacidade das empresas. Por outro lado na conjuntura financeira adversa actual, os bancos em Portugal limitam severamente a capacidade de investimento dos empreendedores, ao não atribuírem novas linhas de crédito, reduzirem os financiamentos existentes das empresas  e aumentando exponencialmente o seu custo, tornando a tesouraria das PME’s insustentável. Os empresários vivem um cenário de recessão, com quebra do consumo e onde a inovação e exportação são drivers indispensáveis à viabilidade das empresas. Em função deste clima verdadeiramente adverso, os empreendedores Nacionais são hoje verdadeiros heróis e devem ser acarinhados por toda a sociedade em geral. Cabe ao governo criar também as condições para a criação de novas empresas e manutenção das existentes, com programas de apoio úteis aos empresários.&lt;br /&gt;A Associação dos Jovens Empresários (ANJE) vai organizar a Feira do Empreendedor, de 17 a 19 de Novembro no Porto. Por seu lado, o grupo Onebiz que apoia o evento, irá celebrar em associação a esta feira, a convenção anual dos seus franchisados, precisamente com a temática do “dia do emprendedor”, pois todos os seus associados franchisados são também empresários independentes.&lt;br /&gt;O programa de televisão do jornalista Camilo Lourenço - A Cor do Dinheiro -, irá também patrocinar este evento e efectuar uma conferência associada ao movimento “Empreenda por Favor!” (www.empreendaporfavor.com). Este movimento que pessoalmente promovo no referido programa, efectuou desde o inicio do ano duas dezenas de seminários, contando com cerca de 2.000 empreendedores participantes. Estes eventos contaram com o apoio de business angels, capitais de risco, associações comerciais e empresariais (ex: Invest Lisboa, DNA Cascais e ANJE). Foram também apresentados por consultores especializados os apoios existentes à criação de empresas e investimentos (programas do IEFP, Invest +, QREN, ModCom e Garantia Mútua). Nestes seminários, foi ainda escalpelizada a necessidade de elaboração dos planos de negócio e estudos de mercado, no sentido de ser minimizado o risco do negócio (mitigação de riscos). Estes eventos contaram também com a apresentação de oportunidades de negócio e Franchising. Foram já criadas no âmbito deste movimento Empreenda por Favor dezenas de empresas, as quais já criaram várias centenas de postos de trabalho.&lt;br /&gt;No país do empreendedorismo, foi reconhecido no ano passado pelo presidente Barack Obama, o dia 19 de Novembro como o dia do empreendedor nos EUA. Fazendo coincidir essa data com os eventos da feira, o movimento “Empreenda por Favor!” irá promover uma petição pública, com o objectivo do governo vir a reconhecer o dia 19 de Novembro, como o dia do empreendedor em Portugal. Será já este ano celebrado o dia do empreendedor, criando o mote para uma comemoração anual reconhecida oficialmente. Esteja atento a essa petição e participe, na criação de um Portugal verdadeiramente empreendedor. E não se esqueça do mote: empreenda por favor! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empreenda por Favor!Pedro Santos&lt;br /&gt;Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-3097410392372310399?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/3097410392372310399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/09/empreenda-por-favor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3097410392372310399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3097410392372310399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/09/empreenda-por-favor.html' title='Empreenda por Favor!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-3145956290003447140</id><published>2011-09-14T11:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T11:03:22.885-07:00</updated><title type='text'>No preço mando eu! E tu, e nós...</title><content type='html'>Que a crise é o partido governante não é novidade nem para o mais distraído. Esta conjuntura, pouco favorável para o consumo, é ainda mais penosa se pensarmos que pagamos em Euros mas “recebemos” em escudos. Está dado o mote para o apetite voraz por descontos, saldos e reduções: refeições para 2 em que apenas 1 paga, fins de semana e escapadinhas low-cost a 40% para fugir ao país real, viagens ao preço da chuva ou massagens com 70 % de desconto para combater 30% do stress gerado pela crise. Tudo para ajudar o deprimido bolso dos portugueses que parece estar vazio a 100%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na economia e nos ciclos económicos de recessão, é frequente que negócios e empresas que se adaptam rapidamente à “dura” realidade, reajam com fórmulas mágicas agradáveis a todos. Na convergência entre o consumo, a crise económica e o forte crescimento e penetração das redes sociais, o consumidor ganhou um novo e decisivo papel como epicentro do marketing, na definição dos preços e atributos dos bens e serviços. Cada vez mais ativo e informado, editor e produtor de informação e das suas próprias escolhas, é agora detentor das suas próprias audiências, criadas em torno da sua comunidade pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, o peso dos sites de compras colectivas é recente mas já uma feroz batalha de concorrência e investimentos publicitários, que fazem da audiência massiva, interessada e segmentada, a moeda de negociação entre quem quer clientes e quem os coloca à disposição, atraídos pelo bem mais precioso do momento: o preço baixo. Como nada acontece por acaso, o “destino” juntou estrategicamente as redes sociais, as recomendações, os likes, os shares, os blogs, os comparadores de preços e o novo perfil do consumidor moderno, gerando uma gigantesca comunidade que sugere, pressiona, exige, participa e esmaga de forma economicamente democrática, como nunca antes tinha acontecido, as margens dos preços das marcas, produtos e serviços. Em modelos económicos e com estratégias de marketing mais distantes no tempo, o preço era acrescido e intermediado numa longa cadeia de intervenientes e mais valias da cadeia de produção. Do modelo onde a margem de lucro era quase tudo, passa-se agora para o modelo onde a quantidade vendida é rainha e senhora do jogo da compra, nos segmentos da população onde o dinheiro é gasto com cerimónia e custo. Porque no fundo, quem é que não gosta de poupar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas compras colectivas, lançadas por Andrew Mason em 2008, nos Estados Unidos, com uma simples fatia de pizza a metade do preço, o modelo está amplamente testado e difundido. Agora, uma das apostas é a fidelização, retenção e inovação na forma de atingir novos clientes, interessados especificamente em determinados segmentos e locais geográficos, usando a geolocalização “versus” perfil de consumo. Este cruzamento ditará o sucesso dos investimentos de marketing e ditará também a eficácia da mensagem, maximizando o ROI e minimizando o investimento em captação. O universo do consumidor “self centric” é a sua rua, a sua freguesia, a cidade onde se encontra ou o seu destino de férias, mais as suas preferências. Em suma, o sonho dos profissionais do marketing  que querem responder aos anseios e desejos do consumidor que pergunta: “Estou aqui, quero isto, agora e já! Quem me dá maiores e melhores descontos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António de Castro&lt;br /&gt;Direção de Marketing, Comunicação e Social Media&lt;br /&gt;antonio.castro@dzcount.com&lt;br /&gt;http://www.dzcount.com&lt;br /&gt;http://franchising.dzcount.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-3145956290003447140?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/3145956290003447140/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/09/no-preco-mando-eu-e-tu-e-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3145956290003447140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3145956290003447140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/09/no-preco-mando-eu-e-tu-e-nos.html' title='No preço mando eu! E tu, e nós...'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-296832291869795543</id><published>2011-08-26T08:59:00.000-07:00</published><updated>2011-08-26T09:01:53.315-07:00</updated><title type='text'>A Importância de um negócio bem Seguro!</title><content type='html'>Um dos aspectos mais importantes na gestão do seu negócio é a cobertura dos riscos, os quais se não estiverem devidamente cobertos por seguros podem levar a sua empresa a graves problemas ou mesmo à falência.&lt;br /&gt;As áreas mais importantes que deve ter em atenção são: bens e existências, perdas de exploração, acidentes de trabalho, créditos concedidos a clientes e responsabilidade civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não caia na tentação de pensar (erradamente) que a apólice do seu seguro cobre tudo: roubos, danos a terceiros, perdas de exploração e riscos dos trabalhadores. Normalmente, as empresas não estão devidamente cobertas dos riscos inerentes às suas actividades. Em muitos casos, até não têm seguros contra situações graves como incêndios ou roubos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os riscos associados à actividade da sua empresa são de vária ordem e estão à espreita a todo o momento. Deste modo, é fundamental que esteja preparado para o pior. Assim, efectue uma adequada cobertura dos seus riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os riscos mais importantes da sua empresa estão normalmente ligados às seguintes áreas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Bens e equipamentos (activos) e existências (mercadorias);&lt;br /&gt;	Perdas de exploração em caso de encerramento forçado;&lt;br /&gt;	Acidentes de trabalho dos colaboradores;&lt;br /&gt;	Responsabilidade civil a favor de terceiros;&lt;br /&gt;	Créditos sobre clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes riscos deverão ser cobertos por apólices de seguros, em função dos capitais em risco (valores de activos e existências, facturação, lucro bruto, salários, etc…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS SUAS APÓLICES DE SEGURO (MULTI-RISCOS) DEVERÃO COBRIR AS SEGUINTES ÁREAS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cobertura dos bens (equipamentos, imóveis e existências). Protege os bens, equipamentos e existências contra eventuais incêndios, inundações, roubos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobertura dos capitais em risco deve ser efectuada com base no valor de compra da totalidade dos seus bens. O capital seguro deverá corresponder ao valor de aquisição de novos equipamentos e existências similares. Se por exemplo tiver 50 000 € de equipamentos e a sua apólice cobrir 25 000 € de equipamentos, no caso de um sinistro de uma máquina cujo valor é 10 000 €, a indemnização será a proporcional ao capital em risco vs capital seguro. Como o capital seguro é apenas 50% do capital em risco, então a indemnização seria apenas metade do sinistro  (50% x 10 000 € = 5.000 €).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inadequada cobertura dos capitais em risco é um dos principais factores do não reembolso integral dos prejuízos das empresas quando têm um sinistro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; •  Cobertura de Perdas de Exploração. Protege a empresa pelo lucro perdido e encargos permanentes, que incorrem em caso de paralisação por sinistro e durante o período de encerramento (ex: incêndio numa loja, ou fábrica). Durante o período seguro (ex: 12 meses), o seguro cobre os custos fixos (encargos com pessoal, rendas, etc) e o lucro perdido, garantindo assim a rentabilidade normal do negócio mesmo que este seja obrigado a fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: Uma loja comercial teve um incêndio, o qual obrigou ao encerramento durante 6 meses, para obras de reconstrução do edifício, decoração, instalação dos novos equipamentos (ex: sistema informático) e compra de novas mercadorias para venda. Neste caso a loja, durante o período de encerramento teve de continuar a pagar os seus encargos permanentes, como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indemnização de Perdas de Exploração	Valor&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Encargos Permanentes:	&lt;br /&gt;- Renda	1750 €&lt;br /&gt;- Pessoal	2500 €&lt;br /&gt;- Contabilidade  	250 €&lt;br /&gt;- Telefone, electricidade e água	500 €&lt;br /&gt;Total	5000€&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Total encargos permanentes 6 meses (5000 x6)	30000 €&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Lucro do ano anterior	15000 €&lt;br /&gt;Lucro perdido 6 meses (15000 / 2)	7500 €&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Total Indemnização (Encargos Permanentes + Lucro Perdido)	37500 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste exemplo, verificamos que a Indemnização de perdas de exploração, é igual aos encargos permanentes (30000 €) + lucro perdido (7500 €) = 37500 €.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A determinação do valor a segurar deve ser efectuada com base nas contas da Empresa do ano anterior (lucro bruto + encargos permanentes + honorários de peritos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor a segurar deve ter em consideração o período pretendido de indemnização, ao qual se aplicará a taxa para cálculo do prémio do seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cobertura contra responsabilidade civil. Garante as perdas legalmente exigíveis por terceiros e com origem em acontecimentos relacionados com a actividade da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade civil a favor de terceiros toma particular relevância no seguro automóvel, o qual é obrigatório, sendo deste modo cobertos os danos causados a veículos, pessoas e patrimónios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto igualmente importante é o da responsabilidade perante clientes, fornecedores, etc. No caso de um acidente na sua loja, por queda acidental do vidro da montra com ferimentos em clientes ou “passantes”, esta apólice garante o pagamento dos  danos corporais e materiais causados. Um outro exemplo é o caso da venda de produtos deteriorados enquanto na sua loja e que venham a causar danos a clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prémio de seguro é estabelecido conforme a dimensão e especificidade do negócio da empresa. Pode ser de valor único anual ou de prémio mínimo com taxa de ajuste anual sobre a facturação ou salários da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•	Seguro de acidentes de trabalho e seguros de saúde, para os seus empregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seguro de acidentes de trabalho é obrigatório e deverá incluir todos os colaboradores sob contrato de trabalho, gerentes e/ou administradores remunerados. A apólice cobrirá todos os riscos de trabalho e também os percursos normais de casa para o trabalho, vice-versa e nas interrupções para refeições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prémio da apólice é calculado com base nas remunerações certas das pessoas seguras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de cálculo do prémio devido à seguradora, normalmente é uma percentagem sobre o total das remunerações pagas. A taxa é apurada com base no C.A.E. da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do seguro de acidentes de trabalho, muitas empresas estão a subscrever seguros de saúde para os seus colaboradores, os quais podem cobrir as consultas médicas, internamentos, cirurgias, medicamentos, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um seguro facultativo, o qual poderá ser um complemento remuneratório interessante para motivar a sua equipa. Normalmente, o prémio é calculado com base nos escalões etários do grupo de colaboradores, coberturas e capitais seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•	Seguro de crédito concedido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe que o crédito concedido a clientes seja uma preocupação. Contrate um seguro de crédito global das vendas cujo recebimento não é a pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este seguro garantirá a totalidade das suas vendas contra os riscos de falência, insolvência dos seus clientes e inclusive o risco de mora nos pagamentos. A seguradora responderá por 75% a 80% dos seus créditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prémio de seguro anual será calculado através da aplicação de uma taxa sobre as suas vendas a crédito ou saldos devedores de clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendações especiais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.	Beneficie de menor custo de seguros através da adopção na sua empresa de sistemas de vigilância e protecção (câmaras de vídeo, alarmes, detecção de fumos e fogo, instalação de sprinklers, etc…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.	Demonstre à sua seguradora de credito que dispõe de rigoroso sistema de controlo de créditos e que a sua empresa está organizada e tem estabilidade financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.	Observe com rigor as disposições existentes sobre higiene e segurança no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.	Registe e guarde o histórico da sua relação com as seguradoras, de modo a exibi-lo quando no contacto ou negociação com aquelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corretor de Seguros. Quais as vantagens ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Corretor de seguros é um parceiro importante para as empresas, pois é ele que estabelece a ligação entre as empresas (segurados) e as seguradoras, que escolhe as melhores seguradoras e melhores prémios, prepara a celebração dos contratos e prestando toda a assistência e acompanhamento à empresa.&lt;br /&gt;O Corretor de Seguros disponibiliza às empresas assessoria técnica independente, normalmente não remunerada por estas, mas sim pelas seguradoras das apólices contratadas com a intervenção daqueles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Corretor de Seguros proporciona às empresas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-	Aconselhamento na fase da instalação da empresa, de modo a compatibilizar os riscos e sistemas de protecção para a consequentes redução das taxas dos seguros;&lt;br /&gt;-	Analisa os riscos;&lt;br /&gt;-	Estuda as coberturas e os critérios de fixação dos valores a segurar;&lt;br /&gt;-	Assiste no local dos sinistros, tomando a responsabilidade directa pelo encaminhamento, negociação e liquidação final das reclamações e prejuízos;&lt;br /&gt;-	Confere e verifica todos os documentos emitidos pelas seguradoras;&lt;br /&gt;-	Promove regulares reuniões de trabalho com os tomadores dos seguros para acompanhamento da evolução das empresas e ajustamentos nos contratos de seguros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, faça uma correta cobertura dos riscos da sua empresa, através de um especialista de seguros que lhe dará todo o apoio e assistência, o qual é remunerado pelas seguradoras onde coloca os seus seguros. A cobertura dos riscos do seu negócio é um dos principais aspectos de uma boa gestão. Não pense que os acidentes, roubos, indêncios e outros sinistros ou problemas “apenas acontecem aos outros”, pois estes riscos estão à espreita a todo o momento e podem levar a sua empresa a graves problema, caso não esteja precavido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Godinho&lt;br /&gt;Administrador Sartorial&lt;br /&gt;antonio.godinho@sartorial.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-296832291869795543?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/296832291869795543/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/08/importancia-de-um-negocio-bem-seguro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/296832291869795543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/296832291869795543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/08/importancia-de-um-negocio-bem-seguro.html' title='A Importância de um negócio bem Seguro!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-2376450573153673298</id><published>2011-07-26T02:48:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T02:49:05.361-07:00</updated><title type='text'>O FIM DA COMPRA DE SOFTWARE – UMA REALIDADE!</title><content type='html'>Concerteza já ouviu falar em SaaS, Software as a Service, Cloud Computing, Nuvem, etc, são algumas palavras que se ouvem hoje com maior regularidade, ainda que existam alguns entraves e resistência a esta nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que isto de SaaS (software-as-a-service)?&lt;br /&gt;São soluções de software como serviço que consistem na disponibilização de aplicações de software pela Internet como um fornecimento de serviços. Estas soluções dispensam a instalação e manutenção do software, a que o utilizador simplesmente acede e com o qual opera através da Internet, sem as habituais questões de gestão de software e hardware. Na prática, deixa de adquirir (comprar) as licenças em seu nome ou nome da empresa, e passa a comprar um serviço, como paga a água, luz ou telefones que usa.&lt;br /&gt;O tipo de soluções existentes no mercado vai desde os ERP’s, CRM’s, Gestão Documental, Facturação Electrónica, Sites, etc. Hoje a oferta é variada sendo muito poucas integradas, apesar de existirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, que vantagens trás este modelo para as empresas?&lt;br /&gt;- O acesso às aplicações em qualquer momento, em qualquer lugar, desde que estando disponível uma ligação à Internet. &lt;br /&gt;- A redução dos custos operacionais através da suavização do esforço de investimento e a eliminação das necessidades de manutenção e operação técnica diária. &lt;br /&gt;- A facilidade e rapidez de implementação, dado que a aplicação fica residente fora da empresa, não havendo necessidade de instalação, integração, gestão de aplicações, versões, etc. &lt;br /&gt;- A simplificação da infra-estrutura de TI pela redução do número de aplicações residentes e consequente redução das necessidades de hardware, etc. &lt;br /&gt;- O acesso imediato a correcções e actualizações, que deverão ser feitas na aplicação central pelo fornecedor de serviço de forma automática, atempada e igual para todos os utilizadores. &lt;br /&gt;- A redução do risco financeiro e operacional ao eliminar o custo de investimento e ao passar a responsabilidade operacional para um fornecedor de serviço especializado. &lt;br /&gt;- A possibilidade de contratualizar o serviço de forma a pagar apenas o que se utiliza, com a possibilidade de adicionar funcionalidades e performance através de revisões contratuais, em função das necessidades de negócio. &lt;br /&gt;- Redução das necessidades de investimento, tornando uma despesa de investimento (uma aquisição) numa despesa operacional regular, como um fornecimento de serviço. &lt;br /&gt;- Poupança até os 40% face ao modelo tradicional (compra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estão as empresas a aderir a este modelo de negócio e qual a tendência actual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, todas as análises convergem para um cenário em que o software como serviço vai mudar completamente a forma como o software é "vendido" e "consumido". A médio prazo, a maior parte do software será consumido como um serviço – os estudos IDC indicam que dentro de uma década 80% do software será utilizado nesse enquadramento, passando o mercado a nível global, dos 971 milhões de euros em 2009, para os 6 mil milhões de euros em 2013.&lt;br /&gt;Hoje são as start up’s, micro e pequenas empresas que tem investido mais neste modelo o que é perceptível, dado que em vez de investirem 1.000,5.000 ou 10.000 € em soluções informáticas optam por pagar um valor mensal baixo pela utilização do sistema, realçando que este valor mensal não é crédito, renting ou outra qualquer responsabilidade, o que é mais um aspecto positivo para as empresas dado o seu endividamento actual bem como a contracção da banca na concessão de crédito.&lt;br /&gt;A experiência tem dito que também as empresas com maior dimensão começam a olhar para este serviço com outros olhos, dado que em vez de investirem dezenas de milhares de euros em soluções software, optam por pagar um valor mensal pela sua utilização e investem esse valor naquele que é o core-business da sua empresa ou em actividades comerciais tão precisas nos dias de hoje. &lt;br /&gt;Estou certo de que apesar de o software como serviço ser hoje uma realidade, crescerá bastante nos próximos tempos, pois as empresas perceberão as vantagens financeiras e operacionais associadas a este serviço, para além de poderem ter os seus sistemas de informação actualizados e optimizados para uma boa e eficaz Gestão do Negócio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não Compre, Alugue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Pinho&lt;br /&gt;Partner&lt;br /&gt;Esinow.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;carlos.pinho@esinow.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-2376450573153673298?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/2376450573153673298/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/o-fim-da-compra-de-software-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/2376450573153673298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/2376450573153673298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/o-fim-da-compra-de-software-uma.html' title='O FIM DA COMPRA DE SOFTWARE – UMA REALIDADE!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-8396495420489388094</id><published>2011-07-22T03:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T03:41:21.909-07:00</updated><title type='text'>Exportar – Desígnio do Empreendedor e Resultados de Inquérito</title><content type='html'>O empreendedor de hoje, tem como obrigação e desígnio conseguir exportar os seus produtos ou serviços. O mercado interno limitado associado à recessão actual com forte quebra no consumo, não proporciona às empresas o desenvolvimento necessário. Não existe alternativa ao sucesso das nossas empresas, sem o enfoque no processo de internacionalização dos seus produtos e serviços. A exportação não é uma opção, é antes uma responsabilidade, sem a qual com grande probabilidade implicará o fecho da empresa a prazo. &lt;br /&gt;A empresa EZ Trade Center (www.eztradecenter.com), especializada em comércio internacional e consultoria em compras, efectuou um inquérito online aos empreendedores Portugueses. Este inquérito que incidiu sobre o nível de preparação das empresas para a internacionalização, apresenta um conjunto de resultados em relação aos quais deveremos seriamente reflectir. &lt;br /&gt;No estudo participaram empresários e quadros das empresas, tendo sido obtidas 67% de respostas de empresários em todos os sectores e em todo o país. Das empresas inquiridas, 74% não exporta ainda e a maior parte demonstrou grande desconhecimento do processo de internacionalização, nomeadamente dificuldade na elaboração de um plano de internacionalização, na selecção de mercados alvo e no acesso a bases de dados de potenciais compradores, além da dificuldade em conseguir adaptar os seus produtos ao mercado externo.&lt;br /&gt;Em relação à logística e fiscalidade associada à exportação para os mercados alvo, 78% admitiu não dominar os processos logísticos e 41% afirma desconhecer o impacto dos custos de transporte no produto final. A grande maioria (3/4 dos inquiridos) não domina o procedimento tributário de exportação, assim como o impacto dos impostos aduaneiros no preço final do produto.&lt;br /&gt;Os empresários responderam estar conscientes que é necessário investir para conseguir exportar, no entanto, apenas 56% indicou ter um orçamento disponível para investimento no processo internacional. A maioria dos inquiridos respondeu conhecer a existência de apoios, nomeadamente os programas QREN e PME Invest, mas 59% desconhece na prática como obter financiamentos à exportação. Em termos do tipo de apoio, 46% gostaria de ter apoio de organismos públicos, 37% da banca e 19% das capitais de risco.&lt;br /&gt;Relativamente aos aspectos contratuais, 88% desconhece o conteúdo que um contrato de exportação deve conter e apenas 29% dos inquiridos está familiarizado com as modalidades de pagamento do comércio internacional.&lt;br /&gt;Em termos de marketing e vendas, 71% afirma não dominar a melhor forma de promover e divulgar os produtos nos mercados alvo externos e 94% não tem um plano de marketing detalhado para o processo de internacionalização. Dos inquiridos, 41% diz que a sua empresa já comunica em Espanhol, mas 70% diz não ter ainda catálogo em Inglês. Quanto à marca 88% tem registo em Portugal, mas 71% não tem ainda registo para mercados externos. Apenas 18% já participa activamente em feiras e eventos no exterior para promover os seus produtos e a maioria (59%) diz ter uma a duas pessoas disponível para o processo de internacionalização. No entanto, a maior percentagem indica que estas pessoas não têm formação em comércio internacional&lt;br /&gt;Estes resultados estão disponíveis no site da empresa EZ Trade Center acima referido e podem ser analisados em detalhe pelo leitor. São resultados que demonstram a necessidade de um trabalho de base intenso para a exportação, não apenas ao nível comercial (feiras, missões internacionais e parceiros externos), mas acima de tudo um trabalho prévio de preparação dos seus recursos humanos, conhecimento do comércio internacional, adaptação e tradução dos produtos e serviços, certificação, adaptação e conhecimento contratual, logístico e financeiro, tornando a empresa orientada para um mercado global competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos&lt;br /&gt;Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-8396495420489388094?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/8396495420489388094/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/exportar-designio-do-empreendedor-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8396495420489388094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8396495420489388094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/exportar-designio-do-empreendedor-e.html' title='Exportar – Desígnio do Empreendedor e Resultados de Inquérito'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7034533439256547637</id><published>2011-07-13T06:46:00.001-07:00</published><updated>2011-07-13T06:46:45.467-07:00</updated><title type='text'>Sucesso em Português</title><content type='html'>O mundo mudou. Não há volta a dar! Ser bom não basta. Hoje todos são suficientemente bons. As expectativas quanto à qualidade são irrealistas e, no entanto, cumprem-se todos os dias. Já ninguém quer ficar satisfeito. Todos querem ser surpreendidos. E nós portugueses somos exímios a surpreender!&lt;br /&gt;Alguém ainda se lembra que fomos uma nação de homens ousados, ambiciosos e inconformados, com um papel fundamental nas rotas de comércio mundiais? Que de entre pouco mais de meia dúzia de exploradores realmente famosos, se destacaram portugueses como Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Fernão de Magalhães? Alguém se lembra que em Portugal temos empresas a trabalhar para a Nasa, que somos líderes mundiais em software de identificação e que temos empresas que desenvolvem princípios activos para o fabrico de medicamentos que exportam 100% da sua produção? Quantos têm presente que temos um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, que estamos a construir o maior plano de barragens a nível Europeu, que somos líderes no sector de energia renovável e que desenvolvemos o melhor e mais cómodo sistema de passar nas portagens das auto-estradas? &lt;br /&gt;Alguém se lembra que temos empresas que desenvolveram o melhor sistema de cartões pré-pagos para telemóveis ou ainda outras que são líderes incontestáveis na produção de rolhas de cortiça, que fabricámos os fatos de banho que pulverizaram recordes nos jogos olímpicos de Pequim e que somos o maior produtor de caiaques do mundo? &lt;br /&gt;Alguém se lembra que dois portugueses conquistaram os prémios Nobel da Medicina e da Literatura e outros dois o prémio Prizker da arquitectura e que sem dúvida temos um dos melhores treinadores e um dos melhores jogadores de futebol da actualidade. É bom ser português. E uma grande responsabilidade.&lt;br /&gt;Em cada exemplo de sucesso português, houve uma ou mais pessoas que assumiram a responsabilidade total pelo seu destino. Nem todos vamos ser ou criar projectos mundialmente reconhecidos. Mas todos podemos viver sob os mesmos princípios e assumir o compromisso de fazer progredir as nossas vidas, as nossas carreiras e os nossos negócios.&lt;br /&gt;Sejamos honestos. Será que demos o nosso melhor em todas as circunstâncias? Procurámos aprender todos os dias? Aceitámos abertamente todas as críticas que nos fizeram? Assumimos sempre a responsabilidade pelos resultados do nosso trabalho, fossem eles bons ou maus? &lt;br /&gt;Hoje enfrentamos novos desafios e a resposta é individual. Os velhos paradigmas estão a ser questionados: o emprego para toda a vida, o subsídio de desemprego, a reforma e a valorização das relações em detrimento da produtividade. Podemos continuar a queixar-nos e atribuir culpas aos patrões, aos políticos ou à crise, esperando que alguém resolva os nossos problemas, ou, por outro lado, podemos assumir a decisão de realizar um trabalho de que nos possamos orgulhar e assim fazer a diferença no mercado. O êxito das organizações exige pessoas altamente motivadas e focadas, que se responsabilizem pessoalmente pelas suas tarefas e que trabalhem em sintonia para resultados extraordinários. &lt;br /&gt;Felizmente o sucesso não é um acaso. É o resultado de uma série de factores que interagem entre si. Tem uma estrutura e uma sequência e envolve informação, conhecimento, atitudes e comportamentos distintivos, acções massivas e a habilidade de gerir as emoções para que o insucesso nem sequer possa ser considerado. &lt;br /&gt;É que aqui que entra o Coaching Corporativo. Neste momento é uma ferramenta indispensável para o sucesso de qualquer organização. O Coach provoca os Executivos para redefinirem os seus níveis de exigência e expandirem as suas capacidades, ao mesmo tempo que os treina em comportamentos de liderança, comunicação e alto desempenho que já levaram muitas empresas a fazer história e milhares de profissionais ao topo.&lt;br /&gt;Mesmo os atletas de classe mundial sabem que obter uma boa performance não é suficiente e por isso exigem treinadores de elite para os ajudarem a alcançar níveis cada vez mais elevados de excelência. O mesmo é válido para os líderes corporativos e para quem quer fazer a diferença nas empresas, nos negócios e na nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao seu sucesso,&lt;br /&gt;Marco Meireles&lt;br /&gt;www.innergenius.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7034533439256547637?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7034533439256547637/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/sucesso-em-portugues.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7034533439256547637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7034533439256547637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/07/sucesso-em-portugues.html' title='Sucesso em Português'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-1697369383937109203</id><published>2011-06-13T04:35:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T04:36:25.384-07:00</updated><title type='text'>As aquisições, fusões ou alianças estratégicas como motor do crescimento empresarial</title><content type='html'>Actualmente os empresários já reconhecem que o sucesso é resultado da capacidade de reunir competências, conhecimento e relacionamentos. Também as empresas que desejam estar presentes no mercado escolhem dividir compromissos e partilhar conhecimentos, por isso se associam ou estabelecem alianças.&lt;br /&gt;A grande questão é até onde os gestores as empresas estão aptos a identificar o momento para estimularem uma fusão ou o grau de relacionamento ideal para uma aliança? Quais devem ser os objectivos que vão nortear essa união?  &lt;br /&gt;Existem muitos motivos para as empresas procurarem associações, alianças ou fusões. Desde logo um crescimento mais rápido em determinadas áreas de negócio, directas ou colaterais. No entanto, a motivação maior é a busca por mais competitividade e maiores lucros que visem permitir concorrer mais eficazmente no mercado, nomeadamente externo. Aliás, até há pouco tempo, esse objectivo era a única razão das empresas procurarem novas formas de cooperação. Porém, as empresas hoje já evoluem para outras soluções.&lt;br /&gt;As fusões ou alianças também ajudam na construção de economias de escala. A indústria da aviação, por exemplo, tem elevados custos fixos e é necessário "massa critica" para competir globalmente. Muitas companhias aéreas aliaram-se e racionalizaram os voos para os mesmos destinos. Passaram a lucrar pela optimização e não na margem.&lt;br /&gt; Apesar de todas estas vantagens, existem também outras alianças que não tiveram grande sucesso e outras têm existido que apenas resultam numa óptica de curto-prazo, trazendo enormes prejuízos a todas as partes a médio e longo prazo.  Por isso mesmo é fundamental encarar estes processos com muito cuidado. As empresas necessitam de estar inteiramente focadas no planeamento destas alianças. Aqui ficam alguns conselhos e um pequeno roteiro desse processo: &lt;br /&gt;Primeiro, é a fase de identificação do parceiro ideal.  Nesse ponto, deve-se definir com clareza a estratégia e os objectivos da aliança. Depois, é procurar o candidato cujo perfil melhor se enquadre com esses objectivos. Vale a pena lembrar que a análise sobre os potenciais parceiros deve ir além da mera atratividade das suas competências e da sua posição no mercado. É preciso incluir aspectos menos tangíveis, como os culturais e a idoneidade, por exemplo. Logo em seguida, é o momento da avaliação técnica. Isso implica determinar as competências que podem diferenciar a aliança, definir como é que ela será constituída, identificar as vantagens dos produtos ou serviço em relação aos da concorrência, quantificar a criação de valor e a sua fonte, prever os pontos fracos da futura aliança e o seu impacto previsível nos stakeholders, trabalhadores, clientes e demais interessados.  &lt;br /&gt;Um elemento fundamental para que estas alianças perdurem é que uma aliança estratégica não deve ter como objectivo único a eliminação da concorrência, mas sim permitir criar um novo ambiente de mercado. Competitivo sim, no entanto mais estável e de menor grau de concentração onde prevaleça a evidência pela competência e pelo espírito de negócio.  &lt;br /&gt;À luz dos resultados dos últimos anos pode-se afirmar que as alianças estratégicas ou fusões, conforme o caso, podem de facto permitir o nascimento de um novo organismo empresarial de grande sucesso. É caso para dizer que a soma de partes independentes e externas é muitas das vezes superior ao todo, uno e isolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Godinho&lt;br /&gt;Administrador Exchange&lt;br /&gt;antonio.godinho@exchange.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-1697369383937109203?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/1697369383937109203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/06/as-aquisicoes-fusoes-ou-aliancas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1697369383937109203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1697369383937109203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/06/as-aquisicoes-fusoes-ou-aliancas.html' title='As aquisições, fusões ou alianças estratégicas como motor do crescimento empresarial'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-8186921716700375049</id><published>2011-03-20T14:21:00.001-07:00</published><updated>2011-03-20T14:24:23.233-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pedro Santos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tendencias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comércio internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sistemas de informação'/><title type='text'>Tendências de negócios em serviços empresariais</title><content type='html'>Em função da crise actual, as empresas têm tendência a concentrarem-se na sua actividade principal e contratarem em Outsorsing um conjunto de serviços, os quais antes eram internalizados. Emerge assim um conjunto de oportunidades de negócios, aproveitando esta tendência de mercado.&lt;br /&gt;Serviços Financeiros: Os serviços de contabilidade, processamento fiscal, recursos humanos e controlo financeiro, são cada vez mais prestados por empresas externas, com enfoque na informação de gestão e apoio ao empresário, e não apenas no tratamento contabilístico da informação, o qual só por si não acrescenta valor significativo. A empresa cliente poderá obter um serviço de elevado valor acrescentado, prestado por especialistas financeiros com custos mais reduzidos comparativamente a uma estrutura interna. A Fiducial, empresa do grupo Onebiz (www.fiducial.pt) é uma das empresas que presta este serviço em todo o país e com expansão em Franchising.&lt;br /&gt;Serviços de compras e redução custos: A função compras da empresa, começa também a ser trabalhada em Outsorsing através de consultores especialistas. É complexo para o empresário conseguir obter as compras de produtos no mercado Internacional ao melhor preço e conseguindo controlar a qualidade, aliado a todas as questões fiscais e aduaneiras associadas. Através de especialistas nesta área (ex: empresa EZ Trade Center www.eztradecenter.com) , o consultor externo identifica os melhores produtos e fornecedores a nível global, gerando grande eficácia e sem custos fixos ao cliente. Por outro lado, as empresas têm necessidade cada vez mais de reduzirem os seus encargos com Fornecimentos e Serviços Externos. Desta forma surge também a oportunidade das empresas, contratarem consultores de redução de custos, os quais apenas são remunerados em função da poupança que geram.&lt;br /&gt;Sistemas de Informação e Software em regime de Aluguer (Saas e Cloud Computing): No contexto económico actual adverso, as empresas optam cada vez mais por substituir investimento em hardware e software, por contratos de aluguer de utilização durante um período pré-contratualizado. Neste contexto, surge cada vez mais a oportunidade de negócios de Outsourcing de serviços de tecnologias de informação. Assim as empresas podem contratar o seu parque tecnológico sem investimento, pagando um fee mensal, o qual pode incluir equipamentos, licenças de software, alojamento e serviço de suporte técnico.  A titulo de exemplo o serviço Livebiz da empresa Esinow.net (www.livebiz.com.pt), é uma das soluções actuais de mercado.&lt;br /&gt;Marketing, Comunicação, Design e Internet: Esta é também uma das tendências de Outsorcing actual, sendo fulcral para as empresas terem uma apresentação ao seu mercado muito profissional ao nível do seu site, loja online, design de produtos e serviços, marketing e comunicação de imprensa adequada. O facto da empresa contratar no mercado ao invés de criar um departamento interno, permite que a criatividade e soluções sejam mais eficientes, pois pode escolher os melhores recursos a qualquer momento, sem a existência de estruturas de custos fixos internos. A 4Best  (www.4best.pt) é uma empresa, que se especializou nesta área de negócios.&lt;br /&gt;O sector de serviços a empresas caracteriza-se assim por uma tendência de mercado no contexto actual, tendo em conta a concentração das empresas no seu core business e o recurso a serviços externos para satisfazer necessidades de ordem diversa. O facto da prestação destes serviços empresariais se estruturar num sistema de franchising, permite também ser uma oportunidade de negócio para empreendedores nestas áreas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Santos&lt;br /&gt;Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-8186921716700375049?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/8186921716700375049/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/03/tendencias-de-negocios-em-servicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8186921716700375049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8186921716700375049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/03/tendencias-de-negocios-em-servicos.html' title='Tendências de negócios em serviços empresariais'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-3942645580797071851</id><published>2011-01-23T15:44:00.000-08:00</published><updated>2011-01-23T15:58:44.655-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pedro Santos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='apoio domiciliário senior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tendencias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='serviços domésticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mediaçao de obras'/><title type='text'>Tendências do Franchising em 2011</title><content type='html'>O mercado de franchising é frequentemente caracterizado pelo desenvolvimento de novos sectores de actividade. Nos últimos anos, alguns sectores tiveram um crescimento exponencial, tais como a mediação imobiliária, consultoria financeira e compra e venda de ouro. Foram inúmeras as marcas de franchising que entraram nestes sectores, tendo-se verificado que apenas algumas conseguiram uma consolidação no mercado e aquelas que conseguiram menor quota ou inferior estrutura e organização, acabaram por não vingar no mercado em detrimento das líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ano 2011, identifico quatro sectores onde o franchising terá um forte desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma primeira área de forte crescimento futuro, é a mediação de obras. O mercado imobiliário, apresenta excesso de oferta de imóveis e a construção de casas novas irá continuar a diminuir. Por outro lado, a requalificação urbana é uma necessidade imediata, validada pelos dados mais recentes do INE e da AECOPS, os quais demonstram uma elevada percentagem de edifícios a necessitarem de obras urgentes ou muito urgentes. Por outro lado, o sector das obras em casa e reparações encontra-se desorganizado, com baixos níveis de qualidade e de insatisfação dos clientes. É normalmente uma dor de cabeça, para todos aqueles que pensam fazer obras em casa, sem saberem a quem recorrer, aliado à expectativa de problemas de qualidade, prazos de entrega e acompanhamento da obra. Em função da necessidade de requalificação urbana e crescimento do mercado de arrendamento, surge assim com grande capacidade de expansão o sector da mediação de obras. O Franchisado neste negócio não é uma empresa de construção, sendo antes um profissional que selecciona a melhor empresa construtora ou reparadora ao melhor preço e faz o acompanhamento da obra. O cliente responsabiliza assim uma única entidade, a qual terá como obrigação obter o melhor preço e serviço. O franchisado é remunerado normalmente através de uma comissão paga pela empresa de construção protocolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo sector que considero de crescimento futuro, são os serviços domésticos. Com a vida urbana actual, o tempo disponível das famílias é reduzido, existindo a necessidade de recurso a serviços de lavandarias, engomadorias, arranjos de roupa e calçado e empregadas de limpeza. É fundamental que na escolha da localização destas lojas seja levado em consideração o factor proximidade, funcionando quer em bairros residenciais, quer em centros comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro sector que continuará em franco desenvolvimento, e que não tem sido afectado pela crise, é o da estética, sobretudo os conceitos de serviços rápidos e “low cost”. Actualmente são já mais de vinte as marcas a operar no mercado e continuaremos a assistir à entrada de novos operadores, sendo previsível que ocorra uma concentração apenas em algumas marcas que obterão a maior quota de mercado. Verifica-se, neste sector, um aumento da procura destes serviços pelas mulheres e também em forte crescimento por parte do sexo masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, outra área que considero ser uma tendência futura é o do apoio domiciliário a idosos. A população Portuguesa está a envelhecer, o que associado ao aumento do nível de vida e menor disponibilidade dos familiares para acompanharem os seus idosos, proporciona uma enorme oportunidade de mercado. É uma actividade de nicho de mercado, muito sensível ao lidar pessoas que necessitam de cuidados especiais e, por esse motivo, exige elevados níveis de qualidade e serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas tendências serão abordadas e aprofundadas em seminário gratuito a organizar pelo grupo Onebiz, no dia 28 de Janeiro em Lisboa dedicado ao franchising e empreendedorismo, com o lema “empreenda já!” (inscrições para o e-mail abaixo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Santos - Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-3942645580797071851?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/3942645580797071851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/01/tendencias-do-franchising-em-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3942645580797071851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/3942645580797071851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2011/01/tendencias-do-franchising-em-2011.html' title='Tendências do Franchising em 2011'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-6496553319670104224</id><published>2010-09-22T09:56:00.000-07:00</published><updated>2010-09-22T09:59:18.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pedro Santos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empreender'/><title type='text'>Franchising “Home Based”: oportunidades sem Investimento!</title><content type='html'>No seguimento do desafio “Empreenda por favor!”, apresento um conjunto de oportunidades práticas para desenvolver um negócio em Franchising, praticamente sem investimento inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Franchising “Home Based” ou “Small Office/Home Office (SOHO)” o franchisado cria o seu auto-emprego, com investimento reduzido e sem custos de exploração, podendo assim maximizar os seus proveitos. Em certos casos é mesmo dispensável a criação de uma sociedade, pois é o franchisador que tem o contrato com o cliente, retribuindo à posteriori o franchisado. A loja ou escritório do franchisado é a sua casa ou as instalações do cliente, sendo o portátil e telemóvel a ferramenta de trabalho. O Franchisado pode gerir o seu tempo, conforme lhe convier, adaptando os seus horários à sua família e necessidades. O Franchisado não tem custos fixos, podendo ter uma rentabilidade muito elevada, aproveitando as sinergias da marca e apoio do franchisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grupo Onebiz com o objectivo de apresentar soluções para os profissionais com perfil adequado, mas com menores capacidades de investimento - por razões de desemprego ou primeiros anos da carreira profissional - criamos modelos de franchising “low-cost/Home Based”, em que o franchisado trabalha a partir de casa. Neste modelo, o franchisado tem um investimento inicial de apenas 5.000EUR, em função dos materiais, software, formação e licença que recebe, podendo beneficiar ainda de protocolos bancários para financiamento desse valor. O Franchisado neste modelo está isento do direito de entrada e royalties. Em contrapartida o franchisado partilha com o master, a margem dos serviços prestados ao cliente.&lt;br /&gt;De seguida apresento, quatro oportunidades de negócio neste modelo “home-based”. As marcas referidas disponibilizam também o modelo normal de franchising de loja/escritório:&lt;br /&gt;Accive (&lt;a href="http://www.accive.com/"&gt;www.accive.com&lt;/a&gt;): franchise na área dos Seguros, através da corretora Accive Insurance. O negócio poderá ser desenvolvido numa fase inicial a partir de casa, numa actividade de captação e promoção de seguros das melhores Seguradoras no mercado, através de uma imagem forte da corretora e com os todos os meios logísticos, de marketing e apoio para esse fim. O Franchisado, opera no mercado em representação do corretor, conseguindo enormes vantagens face à concorrência tradicional do mediador de seguros. O modelo de negócio, está assente em comissões de seguros, as quais são devidas todos os meses, calculadas em função dos contratos de seguros activos com os clientes. Após consolidação da carteira de seguros, o franchisado tem a opção de abrir loja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiducial (&lt;a href="http://www.fiducial.pt/"&gt;www.fiducial.pt&lt;/a&gt;): Franchising na área da contabilidade e apoio à gestão: A Fiducial apresenta além do modelo de loja/escritório a opção de franchising low-cost, para consultores individuais. Nesta opção, o franchisado não necessita de constituir empresa, sendo os contratos de prestação de serviços e fluxos financeiros efectuados entre o Franchisador e o cliente final. Neste modelo o Franchisado, não tem quaisquer custos fixos de operação (renda, pessoal,etc), retribuindo o master 75% dos proveitos ao franchisado. Nesta opção não existem royalties, sendo o franchisador remunerado com uma parte da margem do negócio, por todos os serviços que presta e responsabilidade que assume perante o cliente final. O negócio da Fiducial é muito estável, baseado em avenças permanentes com os clientes, o que garante uma facturação crescente e risco de negócio bastante reduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imo24 (&lt;a href="http://www.imo24.pt/"&gt;www.imo24.pt&lt;/a&gt;): Franchising na área dos serviços Imobiliários, avaliações, certificações energéticas e gestão/mediação de obras. A Imo24 funciona com lojas de rua e recentemente criou também o modelo de consultor franchisado. Neste modelo o consultor trabalha a partir de casa, elegendo para o efeito uma das áreas de serviço atrás referidas. Poderá numa segunda fase abrir loja, prestando todos os serviços, sendo que nessa fase já terá a segurança necessária para o investimento adicional no espaço e no direito de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turn&amp;amp;Win: (&lt;a href="http://www.turnandwin.com/"&gt;www.turnandwin.com&lt;/a&gt;): Franchising na área da recuperação de empresas e particulares. A T&amp;amp;W disponibiliza além do modelo normal, a modalidade de Franchisado Consultor, o qual beneficia da equipa técnica do master no desenvolvimento dos projectos dos clientes, podendo assim focalizar-se na componente comercial. Neste modelo, sem direitos de entrada e sem royalties, o franchisado reparte com o Franchisador numa lógica de 50%/50% os proveitos dos projectos. Esta é uma actividade em franco crescimento, motivada pela situação económica e financeira da economia, empresas e particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estas quatro opções de negócio, praticamente sem investimento inicial e sem restrições, o desafio está lançado: “Empreenda por favor!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devem existir desculpas para não criar o negócio da sua vida. Se estiver desempregado deixe as estatísticas do centro de emprego e começar a criar valor e riqueza! Aínda tem dúvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos, Administrador da Onebiz&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pedro.santos@onebiz.pt"&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-6496553319670104224?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/6496553319670104224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/09/franchising-home-based-oportunidades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/6496553319670104224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/6496553319670104224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/09/franchising-home-based-oportunidades.html' title='Franchising “Home Based”: oportunidades sem Investimento!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-8107056630448505171</id><published>2010-08-26T06:32:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T06:34:26.298-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='web 2.0'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes sociais'/><title type='text'>O Social Webmarketing</title><content type='html'>A revolução tecnológica e a Internet modificaram profundamente as actividades de marketing. Actualmente, estamos diante de uma espécie de revolução nesta área. O novo marketing deve entender a mudança nos conceitos de tempo e espaço, pois as necessidades dos consumidores são diferentes e a forma como se comunica e se passa a mensagem também. A Internet mudou hábitos, cultura e certamente mudará a forma de encarar o marketing nos próximos anos, transformando o mercado.São cada vez mais o número de pessoas que usam diariamente a Internet. Este é um imenso mercado a explorar. Cada vez mais, as pessoas utilizam a rede como opção de entretenimento, de procura de informação e mesmo de estabelecimento de relacionamentos pessoais. E não são apenas os jovens que se divertem e se relacionam através da Internet, cada vez mais os adultos se juntam a esta cultura virtual. É fantástico o poder que a Internet está a ter no comportamento das pessoas, leia-se consumidores, o que concorre para a mudança da maneira dos consumidores agirem com as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compreender melhor esta nova cultura de relacionamento com as empresas devemos reflectir mais sobre o comportamento e a atitude dos jovens, pois são eles que lideram este processo de transformação. É evidente a grande facilidade com que os jovens lidam com as novas tecnologias, desde as ferramentas da Internet, sites, blogs, até às redes sociais como o Twitter e o Facebook, passando pelo uso continuado do telemóvel, sobretudo o Iphone e a interactividade que conseguem estabelecer entre estas ferramentas de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é a capacidade de conviver no mundo real e virtual sem delimitar fronteiras. É com esta realidade que o marketing convive. Vai ter de se adaptar, vai ter de se reinventar. Utilizar os mesmos conceitos, mas com uma abordagem nova, usando novas ferramentas e canais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como na guerra, antes existiam armas simples e rudimentares, como arco e flecha, cavalaria e espingardas. Com o tempo, estas armas foram ficando obsoletas, vieram as metralhadoras, armas de longo alcance, miras telescópicas, etc. No marketing vivemos novos dias, em que apenas a publicidade tradicional já não é garantia de sucesso, pois os consumidores nem sempre estão lá. Mas estarão ligados à Internet, e será preciso alcançá-los aí. Mas acontece que na rede o consumidor é rei, é ele que define o que vê, quando, para quê e porquê.Em função disto, as empresas precisam de repensar o marketing. Traçar novas estratégias baseadas nos hábitos dos novos consumidores cibernautas. Pensar como eles pensam é a chave para os influenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Internet veio facilitar a comunicação entre as empresas e os clientes. Estas facilidades oferecidas aos consumidores fazem com que o nível de exigência aumente, procurando novos produtos e serviços que os satisfaçam. O crescimento na utilização da Internet possibilitou novas alternativas de realização das tarefas e relacionamentos. O novo marketing, contemplando esta realidade, deve entender as mudanças nos conceitos de tempo e espaço. As organizações precisam utilizar as novas redes de comunicação, formatos digitais da informação, integração dos sistemas e, principalmente, interactividade com o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento das actividades empresariais na Internet demonstra que existe uma grande aposta neste meio. As vantagens apontadas pelas organizações pioneiras estão a ser comprovadas. Este conhecimento está a criar uma nova disciplina de marketing que utiliza a tecnologia para alcançar os seus objectivos, perseguindo a capacidade de influenciar o cliente de forma isolada ou integrado numa comunidade, como são as redes sociais. Estamos diante de uma outra realidade, e certamente vivendo momentos históricos em que tudo é possível em termos de marketing. Será a era do social webmarketing?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por António Godinho, Administrador do Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-8107056630448505171?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/8107056630448505171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/08/o-social-webmarketing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8107056630448505171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/8107056630448505171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/08/o-social-webmarketing.html' title='O Social Webmarketing'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7478408116108854701</id><published>2010-07-26T02:28:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T02:30:39.165-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pedro Santos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='accive'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criaçao de empresas e empregos'/><title type='text'>Empreenda por favor!</title><content type='html'>“Empreenda por favor”, é o um lema que venho a promover nos últimos meses, em várias acções de sensibilização de negócios, seminários e em programas de empreendedorismo e gestão. O objectivo é promover e incentivar a criação do auto-emprego, do próprio negócio e da independência profissional. Neste artigo além de uma descrição de mecanismos de apoio ao investimento, vou ainda referir uma oportunidade concreta de negócio, sem necessidade de capitais próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empreendedorismo, única solução para si e para o país: Numa altura em que os media confrontam os Portugueses com noticias dramáticas tais como a recessão económica, desemprego, falências, deficit do estado e problemas de liquidez dos bancos, a única solução é a promoção do empreendedorismo e do auto-emprego. Existem inúmeras oportunidades de negócio e apoio ao investimento, sendo o desafio que a cultura do risco e do empreendedorismo esteja presente em todos. Em Portugal ainda vemos as famílias valorizarem a carreira profissional através de “pseudo-empregos para a vida” como por exemplo na função pública ou em entidades bancárias. Ora, esse conceito de emprego terminou, sendo o desafio das próximas décadas o auto-emprego e o empreendedorismo. Para todos aqueles que estão desempregados, o auto-emprego está nas suas mãos, passando a criar valor e fazendo reduzir as estatísticas inúteis da taxa de desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soluções para o financiamento do negócio: Para financiar os negócios e projectos existem um conjunto de soluções, das quais elenco neste artigo o Microcrédito, e os programas INVEST+ e PME INVEST.  O Microcrédito, é solução de financiamento para empreendedores que não têm normal acesso ao crédito bancário, com montante de financiamento até 15.000EUR. Sugiro que os empreendedores que pretendam recorrer a esta solução que consultem a Associação Nacional de Direito ao Crédito em &lt;a href="http://www.microcredito.com.pt/"&gt;www.microcredito.com.pt&lt;/a&gt;. Outra solução de financiamento para aqueles que se encontrem desempregados é o programa do IEFP “Invest+”, o qual promove financiamentos através de bancos protocolados, com montantes até 100.000EUR e com taxa de juro bonificada. Para este feito o promotor deverá contactar o centro de emprego da sua área e solicitar informações detalhadas de como se candidatar. O processo inclui a apresentação de plano de negócios, a após certificação o promotor poderá obter o referido financiamento junto das entidades bancárias. Refiro como uma terceira opção de financiamento o programa “PME INVEST VI”, o qual permite linhas de financiamento para as micro e pequenas empresas, de 25.000EUR ou 50.000EUR, com a intervenção das Sociedades de Garantia Mútua (informações em &lt;a href="http://www.iapmei.pt/"&gt;www.iapmei.pt&lt;/a&gt;) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidade de Negócio sem Investimento Inicial: Fazendo jus ao lema do artigo e para proporcionar uma oportunidade concreta e imediata para aqueles empreendedores que querem construir a sua autonomia, o seu auto-emprego ou a sua empresa, criamos dentro do Grupo Onebiz a oportunidade de negócio em “franchise” na área dos Seguros, através da corretora Accive Insurance (&lt;a href="http://www.accive.com/"&gt;www.accive.com&lt;/a&gt;). Para os leitores que indicarem a leitura deste artigo, terão a oportunidade exclusiva de poderem associar-se à corretora de seguros Accive e desenvolverem uma actividade independente, sem necessidade de capitais próprios. O negócio poderá ser desenvolvido numa fase inicial a partir de casa, numa actividade de captação e promoção de seguros das melhores Seguradoras no mercado, através de uma imagem forte de uma corretora e com os todos os meios logísticos, de marketing e apoio para esse fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se do lema “Empreenda por favor”, sendo que não existem razões ou desculpas para o não fazer. Construa a sua independência e defina quanto quer ganhar, criando assim riqueza e valor acrescentado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos, administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Pedro.santos@onebiz.pt"&gt;Pedro.santos@onebiz.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7478408116108854701?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7478408116108854701/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/07/empreenda-por-favor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7478408116108854701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7478408116108854701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/07/empreenda-por-favor.html' title='Empreenda por favor!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-4409896048554247778</id><published>2010-07-13T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-07-13T07:24:57.927-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empreender'/><title type='text'>Como fomentar uma revolução empreendedora?</title><content type='html'>No último ranking do Banco Mundial do ambiente de negócios um país deu um salto espectacular: de 143º na lista, foi para a 67ª posição. Foi o Ruanda, que na década de 1990 teve a população e instituições dizimadas por um genocídio. No ranking “Ease of Doing Business”, o país saiu da companhia do Haiti, Libéria, Cisjordânia e Gaza e deixou para trás Itália, República Checa, Turquia e Polónia. Num dos requisitos do estudo, a facilidade de se abrir uma empresa, o Ruanda ficou em 11º lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para incentivar a criação de empresas e o crescimento, o governo precisa de montar um ecossistema de apoio ao empreendedor. Mas o governo não pode fazer tudo sozinho, a iniciativa privada e o sector terciário precisam também de se responsabilizar. É pois necessário que gestores de empresas, donos de negócios familiares, universidades, organizações profissionais, fundações, sindicatos, investidores, e até mesmo os empreendedores lancem e financiem cursos, conferências, pesquisa e defesa de políticas de empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ecossistema de empreendedorismo é formado por uma série de elementos distintos – liderança, cultura, mercado de capitais, clientes com mente aberta – que se combinam de forma complexa. A maioria das vezes o Estado fomenta um ou dois destes factores, levando à falha da maioria das iniciativas. Assim sendo, devem os dirigentes políticos concentrar-se nestes nove princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Não queira reproduzir “Silicon Valley”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A ambição quase impossível de criar outro “Silicon Valley” leva muitos governos à frustração e ao fracasso. Ninguém discute que o “Silicon Valley” é o exemplo acabado do ecossistema empreendedor, berço de gigantes revolucionárias como a Intel, Oracle, Google, eBay, Apple. O “Silicon Valley” tem tudo: tecnologia, capital, talento, uma massa critica de projectos e uma cultura que estimula a inovação colaborativa e tolera o fracasso. Ironia dos destinos, actualmente nem “Silicon Valley” conseguiria transformar-se naquilo que hoje é. Por mais difícil que seja promover um ecossistema que incentive a população actual a optar pela via empreendedora e nela triunfar, é ainda mais complicado criar uma Meca para o empreendedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- Combine o ecossistema com as condições locais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se o “Silicon Valley” não é uma meta, qual então, a visão empreendedora a que os dirigentes públicos devem aspirar? A coisa mais difícil (porém crucial) para um governo é adequar o seu esforço às dimensões, ao estilo e ao clima do empreendedorismo local.&lt;br /&gt;A marcada diferença do Ruanda ilustra o princípio de que o líder pode e deve promover soluções internas – baseadas na realidade das suas circunstâncias específicas (recursos naturais, localização geográfica, cultura). No Ruanda o governo adoptou uma estratégia fortemente intervencionista nos anos que se seguiram ao genocídio, identificando três indústrias locais (café, chá e turismo) com reconhecido potencial de desenvolvimento. Organizou instituições para dar apoio a essas indústrias – ensinando, por exemplo o agricultor a cultivar e embalar o café segundo normas internacionais e colocando-o em contacto com os canais de distribuição no exterior. A prioridade do Ruanda era criar uma fonte de rendimento para milhões de cidadãos. A sua iniciativa fez aparecer 72 mil projectos empreendedores, triplicando as exportações e reduzindo a pobreza em 25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Envolva desde o inicio a iniciativa privada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O poder público não pode criar um ecossistema sozinho. Somente o sector privado tem a motivação e a perspectiva para desenvolver um mercado com fins lucrativos que se autosustente. Uma maneira de envolver o sector privado é pedir aos seus representantes, desde o inicio, conselhos sinceros para a redução dos entraves estruturais e para a concepção de políticas e programas favoráveis ao empreendedor.&lt;br /&gt;Outro factor importante está relacionado com a gestão de fundos para investimento, mais conhecidos como fundos de capital de risco. Estes fundos devem sempre ser bipartidos, pelo Estado, e investidores privados com competências na gestão de recursos. O objectivo é que a médio prazo, estes fundos se autosustentem e sejam só geridos e detidos pela iniciativa privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4- Invista em iniciativas de elevado potencial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitos programas em economias emergentes distribuem recursos escassos por um sem fim de projectos na base da pirâmide. Mas concentrar os recursos ali em detrimento de projectos de elevado potencial é um erro gravíssimo. Numa era de popularização do microcrédito para pequenos empreendedores, realocar recursos para apoiar projectos de elevado potencial, pode parecer elitista e desigual. Mas, sobretudo se os recursos forem limitados, um programa deve focar-se em primeiro lugar em projectos ambiciosos, voltados para o crescimento e para grandes mercados potenciais.&lt;br /&gt;Embora o número de postos de trabalho criados por 500 projectos individuais financiados pelo microcrédito e uma operação com 500 trabalhadores em acelerado processo de internacionalização possa ser o mesmo, muitos especialistas afirmam que a geração de riqueza, o poder de inspirar outros projectos, o enriquecimento da força de trabalho, a notoriedade são muito maiores no segundo caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5- Marque cedo um grande golo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, ficou evidente que um caso de sucesso, ainda que único, pode ter um incrível efeito estimulante sobre um ecossistema de empreendedorismo – ao despertar a imaginação do público e inspirar imitadores. A adopção do Skype por milhões de pessoas e a sua venda à eBay por 2.6 milhões de Dólares repercutiu-se por toda a Estónia, incentivando profissionais técnicos a abrir o seu próprio negócio.&lt;br /&gt;O governo não deve medir esforços para celebrar projectos que correm bem. Eventos nos media, prémios altamente divulgados e menções em documentos, discursos e entrevistas do poder público exercem impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6- Encare o desafio da mudança cultural&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mudar uma cultura profundamente arraigada é extremamente difícil, mas a Irlanda e o Chile mostraram que é possível alterar normas sociais respeitantes ao empreendedorismo em menos de uma geração. Até à década de 1980 trabalhar no governo, na indústria financeira ou na agricultura era o principal sonho de um jovem na Irlanda. A tolerância ao atraso no reembolso de empréstimos e a falência era algo estigmatizado. Na década de 1990, no entanto, com o caminho aberto por pioneiros de sucesso, centenas de empresas de software foram criadas na Irlanda. Algumas passaram a exportar, outras abriram o capital. Muitas conseguiram proveitos assinaláveis. E, igualmente importante, o empreendedor aprendeu que era possível não ter sucesso, voltar a organizar-se e tentar de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7- Seja exigente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É um erro colocar muito dinheiro ao dispor do empreendedor, mesmo daqueles com grande potencial. Todos os projectos devem ser expostos desde muito cedo ao rigor do mercado. O poder público deve libertar dinheiro com cuidado, para garantir que o empreendedor adquira resistência e espírito criativo para ultrapassar problemas.&lt;br /&gt;Há já muitos anos que incubadoras ou centros de empreendedorismo que dão ajuda financeira, orientação e, muitas vezes, espaço para novos projectos fazem muito sucesso entre os governantes. No entanto, há pouca evidência concreta de que esse tipo de programas (que custam muito) dê uma contribuição proporcional ao empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8- Não planeie demais o cluster. Ajude-o a crescer por si.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Popularizada por Michael Porter, a estratégia de cluster for promovida pelo mundo fora por governos que a consideraram fundamental na promoção do espírito empreendedor e da competitividade económica. Embora um cluster empreendedor possa existir naturalmente e ser parte importante de um ecossistema, há apenas evidências informais de que no poder público possa ter um papel de relevo na sua criação.&lt;br /&gt;Para o governo, o melhor é não ditar que sector será favorecido e libertar o espírito empreendedor do cidadão. A sua função é observar que rumo os empreendedores estão a seguir, abrindo caminho, com o discreto incentivo de uma actividade que já vingou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9- Reforme estatutos jurídicos, burocráticos e legislativos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o empreendedorismo prosperar, é fundamental ter os estatutos jurídicos e legislativos certos. Inúmeros estudos apontam para uma série de reformas de impacto positivo na criação de empresas: descriminalizar a falência, proteger o accionista dos credores e permitir que o empreendedor comece de novo rapidamente. Outra reforma muito útil é mudar a tónica da protecção ao emprego para o apoio aos desempregados. Regimes de tributação simplificados facilitam também o empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De entre os países da OCDE, Portugal ocupa o 22º lugar, no ranking “Ease Doing Business”, e o 48º lugar de entre os 183 países analisados. Questiona-se, será assim tão fácil fazer negócios em Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.formspring.me/ilidiofaria"&gt;www.formspring.me/ilidiofaria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilídio Faria, Director FIDUCIAL&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ilidio.faria@fiducial.com"&gt;ilidio.faria@fiducial.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-4409896048554247778?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/4409896048554247778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/07/como-fomentar-uma-revolucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/4409896048554247778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/4409896048554247778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/07/como-fomentar-uma-revolucao.html' title='Como fomentar uma revolução empreendedora?'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-2675414410265346218</id><published>2010-06-18T04:30:00.000-07:00</published><updated>2010-06-18T04:33:10.257-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Onebiz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iniciar negocio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plano de negócios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='António Godinho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empreender'/><title type='text'>Criar o seu próprio emprego é a solução!</title><content type='html'>Um recente estudo sobre o empreendedorismo na UE, conclui que temos uma taxa muito baixa de empreendedores, o que não é estranho, em face do irracional sistema de subsídio de emprego que é o mais generoso dos Países da OCDE para quem está há mais de dois anos desempregado. As consequências deste sistema são impressionantes, sobretudo este: 40% dos desempregados que recorrem ao subsídio vão directamente para a reforma ou ficam inactivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dados dão que pensar e demonstram que muito tem que mudar por parte do estado para promover o empreendedorismo. De qualquer forma, a vontade e a cultura individual são determinantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser um empreendedor, não basta apenas realizar o sonho de abrir um próprio negócio ou ser empurrado a isso por uma situação de desemprego. O conceito que está por trás disso, sem falar nas qualidades que caracterizam um verdadeiro empreendedor, vai além de um trabalho por conta própria. É claro que ter um sonho e uma veia empreendedora é um bom começo, tal como saber onde se quer chegar, ou seja, a visão, mas o mais importante ainda é manter o pé firme no caminho. Afinal, quando não se sabe para onde se vai, qualquer caminho parecerá o correcto. Mas para o empreendedor não é assim, ele acredita no sonho, muitas vezes fora da realidade e contrário a todos os conselhos de familiares e amigos. Vislumbra uma era diferente que começa com ele. E esta força de vontade é o que impulsiona a ir mais longe que a maioria, passando por obstáculos nem sempre previstos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de começar o seu plano de negócio, o empreendedor precisa se livrar dos mitos que o rodeiam. Um dos mais habituais é que o empreendedor precisa saber que os planos de negócio são roteiros, quanto mais precisos, menores são as hipóteses de erro, mas, ainda assim, poderá haver imprevistos no caminho. Cabe então ao empreendedor blindar-se destes imprevistos para ter mais certezas de sucesso. Outro mito relacionado com o plano de negócio está na forma com o empreendedor vê e se relaciona com sua ideia. Muitos empreendedores acreditam que sua ideia é a melhor do mundo e por isso, sozinha, ela se sustenta. Daí, não se preocupar tanto com o plano de negócio e acabam sendo prejudicados pela falta de planeamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se espera de um empreendedor, além de abrir um negócio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se em primeiro lugar, perseverança e comprometimento. Estas características antecedem as demais porque muitas vezes são elas que vão garantir a existência de todas as outras. Sem perseverança e total comprometimento com o negócio, qualquer um desiste no primeiro obstáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental ter iniciativa e saber correr riscos (não confundir com espírito aventureiro). É preciso ter coragem para tomar decisões arriscadas, mesmo que contrarie a lógica, mas sempre consciente que é melhor aprender com os erros dos outros do que com os seus. O empreendedor deve ter persistência na resolução de problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendedor tem que procurar continuamente o conhecimento. A informação apenas não basta, é preciso correr atrás do conhecimento, pois é a base para o planeamento, definição de metas e do cálculo dos riscos que valem a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a disciplina, pois por mais óbvio que pareça, muitos enveredam pelo caminho do empreendedorismo sem a menor disciplina. E talvez esta seja a característica mais importante de todas. Alguém disciplinado age a qualquer hora, um indisciplinado fica à espera da hora certa para agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que agir e criar o seu próprio emprego não como causa mas como consequência de si próprio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por António Godinho, Administrador do grupo Onebiz.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:antonio.godinho@onebiz.pt"&gt;antonio.godinho@onebiz.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-2675414410265346218?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/2675414410265346218/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/06/criar-o-seu-proprio-emprego-e-solucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/2675414410265346218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/2675414410265346218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/06/criar-o-seu-proprio-emprego-e-solucao.html' title='Criar o seu próprio emprego é a solução!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7771253670461653344</id><published>2010-05-21T03:33:00.000-07:00</published><updated>2010-05-21T03:35:01.884-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pedro Santos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tendencias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='facebook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><title type='text'>Tendências do Franchising</title><content type='html'>Em 1998 quando iniciei a minha actividade profissional no franchising, o sector era composto apenas por algumas dezenas de marcas, de origem Americana e Espanhola, e essencialmente dedicadas ao comércio, pronto-a-vestir e restauração. Passados 12 anos, esta tendência inverteu-se completamente. Estudos estatísticos recentes indicam que actuam hoje no mercado cerca de 500 marcas Franchisadoras, com 11.000 unidades Franchisadas no total. Destas marcas, mas de 60% são de origem nacional. A restauração detém 30% das unidades, 10% são lojas de comércio a retalho e 60% das unidades são prestadoras de serviços. O sector do Franchising factura por ano 5 mil milhões de euros, o que representa 3,1% do PIB, gerando cerca de 70.000 empregos em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, verificou-se uma clara tendência de aumento do número de marcas no sector dos serviços, ao contrário do que as estatísticas do final da década de 90 diziam, onde o comércio e restauração detinham o maior número de marcas e unidades franchisadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra tendência recente, tem sido o desenvolvimento de redes low-cost, apresentando actualmente 29% das marcas investimentos abaixo de 30.000EUR. Muitos conceitos desenvolvem-se no modelo  “one men, one business”, trabalhando o franchisado a partir de casa, com custos fixos quase inexistentes, sendo os proveitos obtidos lucro do próprio, quase na totalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constato nestes estudos recentes sobre o sector, que quase metade das redes (42%), têm menos de 10 unidades franchisadas de negócio. Este é um sinal de preocupação, o que significa falta de consolidação das marcas no mercado. Tem-se verificado uma rotação elevada de marcas no mercado (saídas do mercado), cujos factores são normalmente a falta de dimensão das redes, tornando inviável o negócio para Franchisador e Franchisados. Uma marca que não cresce, morre a prazo. Esta é uma verdade incontestável, pois o franchising significa visibilidade, notoriedade da marca, consolidação da rede e também um franchisador capaz de acompanhar ao longo do tempo o investimento necessário para manter e dinamizar a rede. Uma marca que não cresce, impossibilita o franchisador de obter os meios financeiros necessários (via royalties), para o desenvolvimento e promoção do negócio. Por outro lado, torna-se também necessário a existência de aberturas de novas unidades na marca para cobrir regiões onde a marca não está representada e também para substituir franchisados que por diferentes motivos não atinjam os objectivos, renovando a marca através de novos empresários franchisados e com o perfil adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tendência que se tem vindo a verificar é a Internacionalização das marcas Portuguesas. Para o desenvolvimento de Portugal, esta tendência deveria caracterizar o franchising nacional nos próximos anos, pois as marcas devem olhar para o mercado global, e não apenas para o pequeno mercado interno. No entanto, tenho uma forte e séria preocupação que esta tendência desejável não se concretize, pelo facto de as marcas em média não terem hoje a dimensão em Portugal que permita suportar essa internacionalização. Por outro lado não existe uma verdadeira política económica de ajuda a essas empresas na sua Internacionalização e exportação. A Internacionalização das marcas permite que a rede atinja maior visibilidade, desenvolva melhores práticas e consolide o seu know-how, ao receber e incorporar conhecimentos obtidos a nível global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sectores do franchising, na minha opinião, a tendência de crescimento nos próximos anos, continuará positiva no sector dos serviços. Estarão em alta serviços pessoais, tais como ensino e serviços infantis, saúde e cuidados a idosos, estética, beleza e cuidados pessoais e serviços ao domicílio (tais como limpezas e reparações domésticas), os quais verão expandir novas marcas e unidades franchisadas. Igualmente os serviços financeiros e serviços especializados a empresas serão uma realidade cada vez mais forte no franchising em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, e marcando as tendências actuais e futuras, gostaria de reafirmar a internet e redes sociais (facebook, linkedin, twitter, etc.) como uma realidade em que todas as marcas devem dar a relevância necessária. Não se trata apenas de publicitar, mas sim de comunicar e criar uma rede de fãs e seguidores clientes da marca. Uma tendência de futuro, será as marcas terem forte presença através de dispositivos portáteis (ex: smartphones, iphone e ipad), em que o consumidor cada vez mais deverá ter acesso à marca através do telemóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos, Administrador Grupo Onebiz&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pedro.santos@onebiz.pt"&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7771253670461653344?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7771253670461653344/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/05/tendencias-do-franchising.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7771253670461653344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7771253670461653344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/05/tendencias-do-franchising.html' title='Tendências do Franchising'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-5187424889880472438</id><published>2010-04-19T04:05:00.000-07:00</published><updated>2010-04-19T04:07:08.184-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poupança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='financiamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='banca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consultoria financeira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='recuperação financeira'/><title type='text'>A Hora da Consultoria Financeira</title><content type='html'>Nos últimos dois anos temos vindo a assistir a uma profunda crise financeira que está a provocar mudanças significativas na forma como se está a oferecer produtos financeiros ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da turbulência dos últimos meses, o mercado financeiro tem mudado de forma acentuada nos últimos anos, nomeadamente em Portugal, sobretudo no que respeita à distribuição dos produtos financeiros. O peso estrutural do canal clássico que representa o retalho bancário, tem diminuído relativamente ao surgimento de outros canais alternativos, nomeadamente a Internet. Por outro lado, a pressão da optimização dos resultados em face da diminuição da margem de intermediação financeira, tem conduzido a uma redução global dos custos operacionais das Instituições Financeiras. Este emagrecimento dos custos reflecte-se sobretudo numa maior dificuldade na prestação de um serviço personalizado aos seus clientes. É nesta conjuntura que surgiu em 2002 um canal alternativo na distribuição de produtos financeiros em Portugal, designado por consultoria financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultoria financeira tem permitido, desde então, na área do crédito oferecer um serviço de aconselhamento financeiro independente e muito mais amplo que aquele que é facultado por um banco ou financeira (que são consultores apenas dentro dos produtos à sua disposição). Isto para além de ser um serviço mais personalizado e próximo do cliente final, sem o estigma de estar a negociar com uma Instituição Financeira, numa luta negocial muito desequilibrada. Os consultores financeiros analisam quais as vantagens e desvantagens inerentes às várias soluções existentes no mercado, de acordo com o perfil do cliente e as suas necessidades específicas. Este é aconselhado e acompanhado em todo o processo de negociação e defesa dos seus interesses junto das Instituições de Crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na actual conjuntura, a consultoria financeira desempenha cada vez mais um papel fundamental no mercado Português. A sua posição de charneira entre as Instituições Financeiras e quem acede aos seus produtos, aliado à independência e especialização da sua actividade, concorre para que os particulares e as empresas procurem estes profissionais para encontrar, não apenas a melhor solução de financiamento, mas fundamentalmente, um serviço financeiro integrado que lhes permita obter uma solução personalizada e adequada às suas necessidade actuais em consonância com as suas perspectiva de futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o serviço financeiro independente e integrado num único interlocutor é cada vez mais a chave da consultoria financeira, extravasando definitivamente a área da mediação de crédito. A consultoria financeira está a alargar horizontes para apoiar os seus clientes em qualquer solução financeira, seja ela de poupança, investimentos, seguros ou mesmo de recuperação financeira dos seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, a consultoria financeira está também a evoluir e tem um papel fundamental a desempenhar como um importante agente do mercado financeiro. Por isso mesmo, numa altura que se fala da eminente regulamentação da actividade, é necessário que esta seja verdadeiramente entendida e correctamente enquadrada. É fundamental a regulamentação da actividade de Consultoria Financeira, criando regras de acesso, assim como legislação que propicie a prestação dum serviço sério, profissional e transparente para todos os intervenientes e sobretudo em defesa do cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por António Godinho, Adminsitrador do grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-5187424889880472438?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/5187424889880472438/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/hora-da-consultoria-financeira-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5187424889880472438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5187424889880472438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/hora-da-consultoria-financeira-nos.html' title='A Hora da Consultoria Financeira'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-5530694064230394060</id><published>2010-04-14T03:41:00.000-07:00</published><updated>2010-04-14T03:50:38.263-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PME´s'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esinow IT´Seminars'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SaaS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='workshop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TI´s'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cloud Computing'/><title type='text'>A solução para uma adaptaçao das PME´s à inovação das TI´s passa pela forma de acesso. Saa-bia-S disto?</title><content type='html'>A tecnologia e a internet vieram revolucionar de forma positiva a organização e trabalho nas empresas. A primeira, pelas plataformas organizacionais que oferece, que intervêm directamente na produtividade e eficiência das empresas. A segunda, já muito popularizada, alterou determinantemente o tempo de disseminação da informação e a resposta nestes sistemas organizacionais. Na prática, as empresas e os empresários só têm a ganhar: o acesso a tecnologia de ponta é cada vez melhor e com o custo reduzido e a internet está presente em cerca de 93% das empresas em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inovação é múltipla e constante, cabendo aos gestores muitas vezes a seleccionar o que realmente importa implementar, de acordo com a sua estratégia de negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência actual nas organizações não passa pela tanto pela ferramenta, mas sim pela forma de acesso à tecnologia: tanto como ao fornecimento como a execução. Deixam de existir o momento de compra das licenças e passamos para a era do aluguer de software, sendo mais rentável o investimento assim como a flexibilidade na mudança e escolha. Deixam também de existir os servidores nas empresas e passamos a ter tudo fora das empresas. Assim surgem o SaaS e o Clouding Computing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém a realidade mostra um cenário pouco compatível com tamanha inovação: a flexibilidade e adaptação das empresas não correspondem à evolução do mercado. Como ponto fulcral para o sucesso desta nova forma de organização empresarial tão necessária no nosso país é a tomada de decisão e o acesso a informação actualizada e consistente sobre as tendências de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, a edição de 2010 dos Esinow IT´Seminars, promove um ciclo de workshops dedicados ao modelo de tecnologia em sistema de aluguer, que irá disponibilizar opinião de profissionais altamente qualificados e isentos, assim como testemunhos de empresas que já implementaram este modelo tecnológico nas suas organizações, que focam a funcionalidade e segurança. Tudo isto para potencializar os seus negócios, tornando a sua empresa mais competitiva no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Juliana Bonfá, Directora de Marketing e Comunicação no Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-5530694064230394060?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/5530694064230394060/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/solucao-para-uma-adaptacao-das-pmes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5530694064230394060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/5530694064230394060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/solucao-para-uma-adaptacao-das-pmes.html' title='A solução para uma adaptaçao das PME´s à inovação das TI´s passa pela forma de acesso. Saa-bia-S disto?'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7923375511055461050</id><published>2010-04-06T06:54:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T06:57:00.613-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vendas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linkedin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tipos de cliente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CRM'/><title type='text'>Como perder um cliente em 2 minutos... ou menos!</title><content type='html'>Todos já passamos alguma vez na vida por uma situação em que em menos de 2 minutos não conseguimos criar a empatia necessária para fazer uma venda, ou convencer alguém a acreditar nas nossas ideias. Tal acontece com frequência porque não existe por parte do “vendedor” uma preparação correcta desse momento único que alguém um dia chamou de “venda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem sete passos na venda que devem ser seguidos por todo o profissional que pretenda vender um produto, um serviço ou uma simples ideia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Preparação da Reunião: nunca devemos subestimar a primeira fase da reunião de venda. Lembre-se que após poucos minutos, o cliente notará se está perante um profissional ou um simples apaixonado pelas vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, pois, três aspectos a reter na preparação da reunião, a preparação técnica, que consiste no domínio dos produtos e serviços que a sua empresa comercializa, desde os mais simples aos mais complexos, bem como dos da concorrência. A preparação sobre o cliente, que no caso de ser um empresa, deve procurar informação sobre a mesma na Internet, em bases de dados internas da empresa, em bases de dados comerciais (ex. Coface ou D&amp;amp;B), no linkedin, nos jornais, em revistas, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, temos a preparação mental. Nós somos aquilo que pensamos. Ao conjunto de valores, crenças, pensamentos e sentimentos é aquilo que a psicologia designa de auto-conceito, o qual é a chave do nosso sucesso ou fracasso. O auto-conceito é composto por três partes, a auto-imagem, ou seja, como nos vemos a nós mesmos, o auto-ideal, como gostaríamos de ser, e a auto-estima, quanto nos valorizamos a nós mesmos.&lt;br /&gt;A auto-estima é a base da auto-confiança e esta da auto-motivação, a qual todos devemos ter na hora de enfrentar os problemas. Nas vendas, o vendedor não é julgado pelo número de vezes que falha, mas pelo número de vezes que tem sucesso e o número de vezes que tem sucesso é directamente proporcional ao número de vezes que falha e continua a tentar.&lt;br /&gt;2- Vender-se: aqui entenda-se preocupar-se com a sua imagem, tentar compreender a psicologia do cliente, saber captar a sua atenção, cuidar e gerir bem a linguagem corporal e verbal. Esta fase é conhecida como os dois minutos do sucesso. O vendedor fala, porém o seu interlocutor está observando como este está vestido, a sua carteira, a sua caneta, o seu bloco de notas, o seu cartão-de-visita, a sua agenda, as suas unhas, a sua voz, a sua posição na cadeira. Está basicamente decidindo se lhe interessa ter relações profissionais consigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Identificar o perfil do cliente: todos os seres humanos têm um determinado perfil, que sofre poucas variações ao longo da vida. Existem basicamente quatro tipos de perfis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pragmático: caracteriza-se por decidir rapidamente baseado na razão. As principais características deste perfil são: o tom de voz firme e gestos impositivos, gosta de ir directo ao ponto e decidir rápido, busca o poder e pode ser insensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Analítico: caracteriza-se por decidir lentamente baseado na razão. As principais características deste perfil são: o tom de voz constante e gestos pensativos, é metódico, busca a perfeição e tende a ser um idealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Expressivo: caracteriza-se por decidir rapidamente e baseado na emoção. As principais características deste perfil são: alta inflexão de voz e gestos largos, é movido muitas vezes pela intuição, busca a popularidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Afável: caracteriza-se por decidir lentamente e baseado na emoção. As principais características deste perfil são: suave nos gestos e na voz, preocupa-se com a harmonia das relações pessoais e com os valores sociais, busca a paz e tem apego à tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O excelente vendedor é aquele que consegue detectar o perfil do cliente e “sintonizar na mesma frequência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Apresentação profissional da empresa: muitos vendedores erram ao apresentar a empresa aplicando técnicas de mostradores de produtos ou apresentadores de serviços. Uma boa apresentação da empresa e seus produtos ou serviços não deve durar mais de dois minutos, devendo focalizar-se exclusivamente nas vantagens para o cliente. Tudo o demais o cliente já conhece senão nem o teria recebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Confiança: agora que apresentamos a nossa empresa é hora de conhecer melhor o nosso cliente. A esta passagem no discurso chamamos de confiança. Coloque questões abertas. “Já que falei da minha empresa permita-me conhecer melhor a sua empresa”. Caso todos os pontos anteriores tenham sido bem feitos, é nesta altura que o cliente permite que a reunião continue de forma aberta, ou então o cliente “fecha-se em copas” e restará poucos minutos até que o vendedor seja despachado pela porta fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Apresentação da oferta: nesta fase devemos utilizar a metodologia AIDA, atenção que despertamos no cliente, interesse por aquilo que explicamos, gerando desejo por utilizar o produto ou serviço e provocar acção para que tome uma decisão definitiva. A grande habilidade do vendedor nesta etapa consiste em saber transformar as características do produto ou serviço que oferece em vantagens e benefícios para o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Fecho da venda: existem várias técnicas de fecho da venda, podendo algumas não ser aplicadas ao seu sector. O fecho de prova é uma dessas técnicas. Este tipo de técnica consiste em poder dar ao cliente um tempo para experimentar gratuitamente um produto e por vezes um serviço. Outra técnica é a de convite, onde podemos convidar o cliente a visitar as nossas instalações para conhecer de perto a forma produtiva ou a equipa prestadora do serviço, e finalizando tranquilamente nas nossas instalações o contrato. Por último, temos a técnica por suposição. Partindo do pressuposto que o cliente já tomou a decisão porque não desafiá-lo a começar já a trabalhar connosco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, a arte das vendas requer o domínio de técnica e psicologia humana em graus equivalentes. O bom vendedor é aquele que é visto como um consultor, constantemente orientado a identificar e a satisfazer as necessidades de cada cliente de forma individualizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Ilídio Faria, Director da Fiducial Portugal, uma empresa do Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7923375511055461050?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7923375511055461050/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/como-perder-um-cliente-em-2-minutos-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7923375511055461050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7923375511055461050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/como-perder-um-cliente-em-2-minutos-ou.html' title='Como perder um cliente em 2 minutos... ou menos!'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-9080208086989753507</id><published>2010-04-05T10:47:00.000-07:00</published><updated>2010-04-05T11:11:27.043-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação empreendedora'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empreendedorismo acontece'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criaçao de empresas e empregos'/><title type='text'>Eis a questão: Você quer um Emprego ou um Trabalho?</title><content type='html'>O mundo do trabalho vem passando por transformações que, no seu conjunto, configuram a entrada em uma nova etapa do processo de produção e consequentemente das relações de trabalho. Ainda que o esperado crescimento económico possa ajudar a reduzir os índices de desemprego no País, que é um problema de vários governos em todo o mundo, é difícil acreditar que algum dia voltaremos a ter algo parecido com o pleno emprego. E se voltarmos, seguramente não será com base no modelo das grandes corporações: um plano de carreira definido pela empresa é coisa do passado há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ser empregado de alguém a vida inteira torna-se cada vez mais distante. Não vamos falar do futuro, mas da realidade: o profissional de hoje é quem faz o seu percurso, definindo onde quer estar. É o agente principal da sua evolução, o elemento activo que influencia o seu futuro, construindo um caminho com diversas oportunidades e actividades. Oportunidades essas que devem ter como base a aquisição de conhecimento e de experiências que possibilitarão a este profissional passar para o patamar seguinte na sua cadeia evolutiva profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo do trabalho mudou e continuará a mudar. É inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais básica análise da história das relações produtivas da humanidade permite concluir isso. A revolução industrial revolucionou o século XVII e os seguintes. Séculos mais tarde a revolução é outra: a dos vínculos. O agente número um desta mudança, a economia globalizada, trouxe consigo a batalha pela conquista dos mercados: vender para qualquer lugar do mundo é uma realidade. E os agentes entram na guerra do preço versus qualidade, obrigando essas organizações a vários ajustes para ganhar esta competitividade mundial. E o que acontece com os empregos? Muitos postos de trabalho são excluídos, mantendo a estrutura laboral focada no core-business do negócio, decisão também baseada no retorno do investimento: permanecem os postos que trazem mais proveito, e em muitos casos sendo o recurso humano que o executa substituído por outro mais barato ao realizar a mesma função. Aí entra a tecnologia, que também facilita e auxilia o trabalho, tanto o físico como o intelectual. Hoje a tecnologia permite uma maior eficiência nas organizações ao gerir processos que automatizam o ciclo produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta negar, mas sim assumir esta mudança: Seria o fim do emprego? Evidentemente que não, uma vez que está em processo uma mudança de paradigma: a da multiplicidade dos vínculos. O emprego não deve ser visto como a única via de criação de renda e de organização produtiva da sociedade. Devemos alargar os caminhos para a criação do próprio trabalho, que, de micro negócio passe a pequeno, depois médio e assim segue, desenvolvendo-se e prosperando através de estruturas de integração e apoio existentes no mercado: redes, associações, parcerias e clusters. Assim o auto-emprego passa a ser visto como uma oportunidade de desenvolvimento pessoal, de criação de riqueza e desenvolvimento da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORMAR E INFORMAR&lt;br /&gt;Além do paradigma, temos a tradição e os bons costumes que são transmitidos de geração em geração. A maioria das pessoas que passaram pela universidade foi treinada para ser um bom empregado, isso sem falar na informação recebida em casa, com a mensagem constante da necessidade buscar a estabilidade através de um bom cargo, numa boa empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora que o mundo mudou? É essencial transmitir novos hábitos através do ensino. Se não passarmos uma nova mensagem que indique (inclusive e não exclusivamente) o caminho do empreendedorismo, estamos a castigar-nos a nós próprios com um futuro de frustração pessoal e infelicidade ao buscar o impossível - um emprego para todos - e à sociedade de uma maneira geralizada, com uma taxa de desemprego mais elevada que a actual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrir um negócio deve ser visto como uma realização pessoal e não como uma falta de opção. E é este o paradigma que vamos a ultrapassar em conjunto, com acções focalizadas, em que cada agente actua com o seu papel: o governo, as escolas, o mundo empresarial e a sociedade. Para tanto, enquanto empresa que intervém nesta mudança, estivemos, estamos e estaremos investindo na passagem desta mensagem. O grupo Onebiz sempre procurou transmitir o seu conhecimento sobre o empreendedorismo e incentivá-lo de várias maneiras:&lt;br /&gt;- Desenvolvimento de novos modelos de negócios em franchising que viabilizam a concretização do auto-emprego, adequados à corrente económica actual, que alinha a relação de parceria e a transmissão de conhecimento ao factor económico de remuneração e também de investimento&lt;br /&gt;- Roadbiz, que disseminou por todo o país o tema do inicio do negócio próprio através do sistema de franchising&lt;br /&gt;- Prémio de Inovação e Empreendedorismo, que será lançado em breve com o objectivo de seleccionar os projectos mais inovadores e colocá-los em prática&lt;br /&gt;- Workshops dedicados ao tema do empreendedorismo, com foco na passagem de informação e testemunhos para um público já no mercado de trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto empresa e agente de mudança na sociedade, esperamos contribuir neste processo formativo e de adaptação ao novo modelo de trabalho. Em verdade, a sociedade e cada indivíduo que nela integra é que são realmente responsáveis pela mudança acontecer em escala, com a sua aceitação e assimilação de forma positiva. Quanto mais tempo perdemos em lutar contra este novo modelo de realização profissional, mais tempo e energia desperdiçamos, enquanto poderíamos já iniciar este percurso de colocá-lo em prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Juliana Bonfá, Directora de Marketing e Comunicação no Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-9080208086989753507?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/9080208086989753507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/eis-questao-voce-quer-um-emprego-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/9080208086989753507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/9080208086989753507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/04/eis-questao-voce-quer-um-emprego-ou.html' title='Eis a questão: Você quer um Emprego ou um Trabalho?'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-1013293219871169717</id><published>2010-03-16T03:15:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T03:20:04.349-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2.0'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SOHO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='modelo de negócio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linkedin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='facebook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OMOB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Franchising Versão 2.0</title><content type='html'>O Franchising evoluiu e hoje falamos da versão 2.0. A velha realidade do franchising de produtos, de lojas de pronto a vestir ou restaurantes fast-food, com expoente máxima nos centros comerciais, está hoje ultrapassada. Neste artigo exponho a nova realidade do franchising na era da tecnologia e da internet, aliado à realidade económica actual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novas formas de promoção e captação de franchisados:&lt;/strong&gt; à poucos anos atrás os interessados no franchising, compravam revistas de franchising, visitavam feiras e centros comerciais para contactar marcas. Hoje os empreendedores procuram as oportunidades em directórios de internet, discutem as marcas em blogs, tornam-se “fãs” das marcas nas redes sociais de internet (facebook, linkedin, etc) e procuram a notoriedade da marca através de pesquisa no Google ou visionando vídeos e apresentações no YouTube, utilizando o portátil ou o seu Iphone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo as marcas devem seguir uma estratégia de internet, com visibilidade do seu conceito online, promoção das oportunidades na Web, apresentações vídeo, presença nas redes sociais, participando em blogs, além da presença em directórios de internet de oportunidades de negócio. O seu site deve ser a montra da marca, com capacidade de interacção com o visitante.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novo modelo financeiro e operacional:&lt;/strong&gt; No novo modelo 2.0, o franchising tende a ter menos investimento inicial de direitos de entrada e maior partilha entre franchisado e master da margem dos serviços, com centralização da operação no franchisador. Este modelo é também a consequência da realidade económica e financeira actual, em que os franchisados têm menos recursos a capitais próprios e menor acesso ao crédito para financiarem investimentos iniciais elevados. Este modelo torna-se uma realidade sobretudo no franchising de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo paradigma ou modelo permite que o franchisador controle melhor a actividade da rede, centralizando as operações do negócio e permitindo desta forma que os franchisados sejam estruturas comerciais muito eficazes e leves, focalizados no serviço ao cliente, tendo no franchisador o back-office de apoio à produção. São exemplos destes modelos os negócios de serviços, as marcas de Seguros/Créditos (franchisador assegura a produção, emissão apólices seguros, gestão administrativa dos contratos dos créditos, gestão de sinistros, etc) e negócios de Consultoria/Avaliações Técnicas (Franchisador assegura software centralizado via Web e a elaboração técnica dos relatórios e estudos). É assim libertado o franchisado para o serviço de acompanhamento ao cliente e para a actividade comercial. Estes modelos centralizados, permitem que o franchisado seja uma extensão natural do franchisador e que os ganhos dos serviços sejam partilhados entre franchisador e franchisado, em alternativa ao normal royalty, pois o franchisador passa a criar mais valor acrescentado assegurando mais serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O conceito “Small Ofice Home Office” (SOHO), ou One Man One Business (OMOB&lt;/strong&gt;), está a conquistar o franchising da nova era, versão 2.0. O franchisado cria o seu próprio emprego, com investimento reduzido e sem custos de exploração, podendo assim maximizar os seus proveitos. Em certos casos é mesmo dispensável a criação de uma sociedade, pois é o franchisador que tem o contrato com o cliente, retribuindo à posteriori o franchisado. A loja ou escritório do franchisado é a sua casa ou as instalações do cliente, sendo o portátil e telemóvel a ferramenta de trabalho. O Franchisado pode gerir o seu tempo, conforme lhe convier, adaptando os seus horários à sua família e necessidades. O Franchisado não tem custos fixos, podendo ter uma rentabilidade muito elevada, aproveitando as sinergias da marca e apoio do franchisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia e internet dominam o franchising 2.0: A operação do negócio neste modelo actual de franchising, passa a estar integrada na Web e toda a informação é centralizada, com controlo online da mesma pelo master franchisador. Os sistemas permitem interacção entre cliente e o franchisado, criando valor acrescentado inegável. O cliente fica fidelizado, sendo o seu melhor fã e promotor, aproveitando o valor acrescentando e soluções que a marca lhe proporciona (enquanto rede a marca tem essa capacidade de criar valor e sinergias, que um negócio independente e isolado não permitiria). É o exemplo de um negócio de serviços de contabilidade em franchising, onde o franchisador tem um software (ERP) centralizado, em que os franchisados processam a contabilidade das empresas via internet em casa ou no cliente. Por seu lado a empresa cliente do franchisado usa o mesmo sistema informático, com possibilidade de emitir as facturas ou consultar as contas correntes em qualquer lugar. Esta interacção neste exemplo, permite que a informação seja processada automaticamente na contabilidade e que os relatórios de gestão (serviços do franchisado) estejam disponíveis ao cliente para controlo do negócio. Permite ainda que o custo do serviço seja menor, pela eficiência gerada, criando uma total fidelização entre o cliente, franchisado e franchisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim necessário que os franchisadores e franchisados, migrem os seus negócios para o novo paradigma. É uma oportunidade única de criação de valor acrescentado e criação de riqueza e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Pedro Santos, Administrador Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pedro.santos@onebiz.pt"&gt;pedro.santos@onebiz.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-1013293219871169717?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/1013293219871169717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/03/franchising-versao-20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1013293219871169717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1013293219871169717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/03/franchising-versao-20.html' title='Franchising Versão 2.0'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7865658059591801097</id><published>2010-02-23T05:22:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T05:23:43.575-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Madeira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campanha solidariedade'/><title type='text'>Onebiz em Campanha SOS Madeira</title><content type='html'>O Grupo Onebiz lança campanha de apoio financeiro às vítimas do temporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com parceiros franchisados em todo o país, o Grupo Onebiz e as suas redes irão direccionar 10% da sua facturação em royalties para ajudar às vítimas do temporal que assolou o arquipélago da Madeira no último sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, cada cliente que entrar num dos 400 escritórios ou loja em Portugal e comprar um serviço ou produto das marcas que a Onebiz gere, estará a contribuir para a reconstrução da Madeira. A campanha tem início hoje, estando activa até o final do mês de Fevereiro e o valor apurado será destinado à Caritas Madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Onebiz expressa solidariedade pelo ocorrido e como holding que agrega diversos negócios por todo o país, está representada na Madeira através das marcas Exchange, Imo24, NBB, Realstone e Morangos", declarou Juliana Bonfá, Directora de Marketing e Comunicação do Grupo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7865658059591801097?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7865658059591801097/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/onebiz-em-campanha-sos-madeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7865658059591801097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7865658059591801097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/onebiz-em-campanha-sos-madeira.html' title='Onebiz em Campanha SOS Madeira'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-1921357350237885952</id><published>2010-02-22T09:26:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T09:28:29.804-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><title type='text'>Franchising : a Atitude de Inovar e Criar Valor</title><content type='html'>O franchising tem implícita a atitude permanente de criação de valor e inovação. Num negócio tradicional, não integrado numa rede de franchising, os meios necessários para a inovação e promoção, são reduzidos pois são proporcionais à dimensão do negócio subjacente. Numa rede de franchising justificam-se investimentos em tecnologia integrada, sites muito elaborados, campanhas de promoção e publicidade, pois a escala da rede permite rentabilizar esses investimentos e torna-los exequíveis. Este é dos primeiros aspectos chave na criação de valor no franchising: a sua escala e dimensão nacional ou internacional, enquanto marca e rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inovação na marca, formatação de novos produtos e serviços, novas formas de fazer o negócio e a publicidade diferenciadora, é largamente potenciada pelo know-how e conhecimento que circula numa rede, ao invés de um negócio independente que está isolado. Aqui o chavão “orgulhosamente só” não funciona, pois limita o conhecimento e a inovação.  A troca de experiências e conhecimento é uma das maias valias de estar em rede, tendo o franchisador a obrigação de fazer o “filtro” das ideias e novas práticas, aplicando as alterações e inovações que melhor resultado e experiência têm na sua rede. Desta forma, uma rede de franchising tem essa mais-valia: conhecimento que é partilhado, que evolui e que permite estar sempre à frente dos negócios individuais, que não têm essa massa crítica humana de rede que partilha e desenvolve know-how.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção do “valor obtido” pelo cliente final, ou por outras palavras a “ proposta de valor” oferecido pela marca, é um aspecto indispensável no sucesso duma unidade franchisada. O cliente deve percepcionar o valor da marca, nos produtos ou serviços que adquire. No caso dos serviços, a proposta de valor que o cliente percepciona é decisiva na contratação dos serviços da marca, ou seja, a marca deve proporcionar a esse cliente a confiança que ele necessita para decidir favoravelmente pela marca em detrimento da concorrência. Essa confiança advém da notoriedade da marca, qualidade dos serviços prestados, especialização, rede nacional e internacional, experiência da marca, mais-valias pela dimensão da rede, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marca tem que criar valor também para os seus colaboradores e para a sociedade em que está inserida. Colaboradores motivados, que se sentem bem e orgulhosos na empresa, que comungam e partilham os valores da marca, passam para o cliente essa energia positiva e favorecem o sucesso da marca. Hoje em dia não chega ter uma empresa que o mercado gosta dos produtos ou serviços. As empresas de hoje, têm que ser reconhecidas também pela responsabilidade social. A forma de interagir com a comunidade e de a servir, é também uma forma de criar valor, inovando e diferenciando da concorrência, sobretudo das marcas não organizadas em rede, que não tem escala para dar visibilidade a essas acções de responsabilidade social.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Indissociável da marca de franchising está o franchisado. Não chega a marca para vender, é necessário que o franchisado tenha a atitude certa. O franchisado deve ser um gestor do seu negócio, um relações públicas por excelência, focado em objectivos e resultados e um verdadeiro líder dos colaboradores que o apoiam. A probabilidade do negócio ser um rápido sucesso, depende em grande parte dessas características do franchisado. A atitude positiva e de missão de servir os clientes, é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o franchisador tem no desenvolvimento e inovação da rede um papel catalisador e decisivo. Este tem o poder e a obrigação de tomar as decisões, devendo no entanto, ouvir os seus franchisados e obter a sua contribuição no desenvolvimento da marca. As marcas de franchising, são na sua maioria o “espelho” do seu franchisador, sendo necessário que este tenha na sua equipa profissionais competentes, focados na investigação, desenvolvimento, tecnologia e inovação na marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos, Administrador do Grupo Onebiz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-1921357350237885952?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/1921357350237885952/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/franchising-atitude-de-inovar-e-criar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1921357350237885952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/1921357350237885952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/franchising-atitude-de-inovar-e-criar.html' title='Franchising : a Atitude de Inovar e Criar Valor'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7940918396767402606</id><published>2010-02-19T07:20:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T07:21:50.955-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iniciar negocio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franchising'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empreender'/><title type='text'>Como Franchisar uma empresa?</title><content type='html'>O franchising é uma forma de expansão das empresas, na qual o Franchisador transmite o seu Know-How e produtos ou serviços exclusivos à rede Franchisada. É um modelo moderno de expansão de empresas e uma forma de internacionalização a que as empresas Portuguesas deverão estar atentas. No entanto, para uma determinada empresa ou projecto se desenvolver de raiz em sistema de franchising são necessários um conjunto de passos e etapas a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Elaboração da Análise de Viabilidade Económico-Financeira da Expansão em Franchising:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento de um conceito em franchising deve ter por base um negócio com rentabilidade e com sólida(s) unidade(s) própria(s). O desenvolvimento do projecto de Franchising, deverá necessariamente possuir uma análise económica e financeira e projecção da expansão a realizar, com os custos e proveitos associados. Funciona como um plano de negócios, cuja viabilidade é fundamental para a criação do projecto de franchising.&lt;br /&gt;É com base neste estudo de viabilidade económico-financeiro da implementação da rede, que será posteriormente desenvolvida toda a operação de franchising, manuais e formatação do negócio e estrutura de apoio à rede.&lt;br /&gt;Para além desta análise, o negócio terá que ser obrigatoriamente replicável  e ser capaz de adoptar a formatação de franchising em termos da sua expansão. Será, pois, necessário a realização de uma análise prévia de viabilidade do formato do negócio em franchise .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Criação de Imagem Corporativa e elementos de comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem corporativa é um elemento fundamental para o processo de desenvolvimento da futura rede de franchising. Neste sentido, é necessário desenvolver: criação do logotipo; desenvolvimento de manual de imagem corporativa; desenvolvimento de toda a linha gráfica; criação de brochura institucional de loja e de franchising; criação de web-site de apresentação da empresa.&lt;br /&gt;Todos estes elementos de imagem corporativa têm que estar integrados e aplicados sem qualquer desvio na sua imagem, cores ou formatos. Uma forte imagem corporativa é um dos elementos necessários à futura empresa franchisadora.&lt;br /&gt;O passo seguinte é registar a marca, a qual será um elemento a utilizar por toda a rede franchisada. O Franchisador irá conceder através do contrato de franchising o direito de utilização da marca aos seus franchisados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Desenvolvimento de plano inicial de marketing:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deverá ser efectuada uma planificação e descrição dos meios de comunicação e publicidade, para promoção do projecto de franchising. A empresa deverá ter dois planos de marketing. Um vocacionado para a promoção e publicidade da(s) unidade(s) própria(s), com o objectivo de posicionamento de marca e promoção dos produtos ou serviços do negócio. O segundo plano de marketing visa o desenvolvimento do projecto em franchising. Deverão ser especificados os elementos de comunicação,  plano de meios a publicitar (revistas, jornais, internet) e feiras de franchising em que a empresa estará presente. O objectivo desta operação de marketing é dar a conhecer a marca franchisadora e seleccionar  franchisados para o desenvolvimento do projecto. Estes franchisados deverão corresponder a um perfil previamente definido, sendo nesta fase de estudo e projecto,  o momento em que é definido o perfil dos franchisados, loja padrão, fee’s e investimento de franchising e futuro suporte dado à rede franchisada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – Construção, abertura e teste da unidade piloto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um elemento fundamental na criação do projecto de franchising é o desenvolvimento do design, decoração e merchandising da loja piloto. É efectuada a pesquisa e selecção da empresa que efectuará a montagem da loja piloto e futuras lojas franchisadas, assim como, a elaboração do projecto da loja, imagem e decoração tipo. É fundamental a definição de um dossier tipo que seguirá a abertura de todas as futuras lojas franchisadas, à imagem da unidade piloto. Serão posteriormente efectuadas apenas ajustamentos à dimensão da loja e seu layout.&lt;br /&gt;Antes de iniciar a expansão em franchising, será efectuada a abertura da unidade piloto. Durante os primeiros meses serão efectuados os acertos ou ajustes necessários ao negócio e os manuais serão adaptados à realidade prática.&lt;br /&gt;Esta é uma fase importante, aínda de incubação do projecto em franchising. É necessário lembrar que apenas um conceito testado e com rentabilidade deverá seguir o modelo de franchising. Infelizmente, verificamos que algumas empresas ou projectos de rentabilidade duvidosa, se dizem “franchisadores”, sem no entanto terem um conjunto mínimo de requisitos para este facto e de provas dadas de rentabilidade. Um projecto em franchising assenta no principio da “replicação” ou “modelização” na qual o franchisador vai ceder e transmitir um determinado Know How aos seus franchidados. O franchising é assim, um modelo moderno de expansão de empresas, sendo, no entanto, necessário seguir um conjunto de etapas para que o projecto tenha a viabilidade pretendida e de acordo com uma estratégia e plano previamente definidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pedro Santos, Administrador do Grupo Onebiz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7940918396767402606?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7940918396767402606/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/como-franchisar-uma-empresa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7940918396767402606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7940918396767402606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/como-franchisar-uma-empresa.html' title='Como Franchisar uma empresa?'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8426710264527686866.post-7446100529728976784</id><published>2010-02-18T03:52:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T04:29:23.329-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Conselhos para a sua empresa inovar em tempos difíceis</title><content type='html'>O que faz com que duas empresas concorrentes do mesmo sector tenham resultados diferentes, no que respeita à inovação e à evolução no mercado? Na verdade, há empresas que são capazes de criar constantemente novos produtos, de conquistar novos mercados e continuar a crescer. Tentar prolongar a fonte de rendimento que parece inesgotável, ter como certo que o mercado está saturado e pensar que não é possível inovar ou apostar em novos produtos são alguns erros a evitar. As noções pré-concebidas de que, para criar, é necessário correr riscos e apostar em mais recursos humanos, também podem conduzir à estagnação empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui alguns conselhos para manter viva a competitividade empresarial, tão necessária para Portugal nos tempos difíceis que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não idolatrar a principal fonte de rendimentos da sua organização&lt;br /&gt;É preciso ter em consideração, o que hoje é uma boa fonte de rendimentos para os negócios, amanhã pode não ter qualquer importância. Os gestores das empresas devem ter a coragem de perceber quando é chegado o momento de abandonar.&lt;br /&gt;O raciocínio é bastante simples. Quando uma empresa está a apoiar-se na sua principal fonte de rendimentos, os concorrentes estão, igualmente, a tentar destruí-la. É fundamental que as empresas saibam renovar a tempo, mesmo que a criação de uma nova fonte de rendimento implique a eliminação da existente.&lt;br /&gt;Caso não se verifique, o processo de decisão estagna e deixa de haver iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Afastar a ideia que os mercados estão saturados&lt;br /&gt;É necessário ter a percepção das pequenas oportunidades, para os nichos de mercado, mesmo que não sejam evidentes. A segmentação do mercado possibilitará a descoberta de novas áreas de crescimento.&lt;br /&gt;O acesso à informação e a capacidade de seleccionar a informação importante são factores decisivos, para a percepção do que pode ser aproveitado. Ao contrário do que possa parecer, as PME em Portugal estão em boa posição para aproveitar as novas oportunidades que os mercados oferecem, na medida em que possuem uma estrutura mais pequena e mais flexíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ter presente a necessidade de inovar&lt;br /&gt;As empresas que têm uma visão mais criativa conseguem surpreender o mercado e conquistá-lo. As melhores empresas já perceberam isto e investem em algo tão importante como o factor mudança – A diferenciação ainda é uma alternativa a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trabalhar para criar&lt;br /&gt;Pensar que só é capaz de inovar quem nasceu com essa capacidade é um erro, embora cada colaborador tenha determinadas tendências, é preciso entender que o trabalho também pode significar inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Criar produtos ou serviços inovadores, não significa correr riscos desnecessários&lt;br /&gt;Os riscos considerados prudentes, por vezes, são necessários quando se fala de inovação e de criação de novos produtos ou serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Negociar é também arriscar de forma acertada e os empresários com uma dose certa de ponderação não têm por hábito correr riscos desnecessários, sabem quando devem agir. O risco deve ser calculado, mas sem prejudicar a inovação. É um erro ficar estagnado com receio de criar novos produtos ou serviços que implicam riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para inovar não precisa de ter mais recursos humanos&lt;br /&gt;As iniciativas empresariais significam a procura de novas oportunidades, independentemente da quantidade dos colaboradores disponíveis. O empenho e o gosto pelo trabalho a realizar são dois factores que poderão parecer insignificantes, mas que não o são, pelo contrário, podem persuadir os colaboradores a empenharem-se na solução de problemas, na criação de produtos e de ideias que permitam as empresas crescerem. Por vezes, basta apostar na pessoa certa, que pode ser apenas e somente uma. A gestão da mudança pode ser feita através da gestão do departamento de recursos humanos, de forma que a produtividade dos colaboradores da empresa aumente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Antonio Godinho, Administrador do Grupo Onebiz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8426710264527686866-7446100529728976784?l=onebizgroup.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://onebizgroup.blogspot.com/feeds/7446100529728976784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/conselhos-para-sua-empresa-inovar-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7446100529728976784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8426710264527686866/posts/default/7446100529728976784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://onebizgroup.blogspot.com/2010/02/conselhos-para-sua-empresa-inovar-em.html' title='Conselhos para a sua empresa inovar em tempos difíceis'/><author><name>Onebiz - Creating Business</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06322203829868426380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
